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João Távora


Sexta-feira, 17.02.17

Vídeo do lançamento em Lisboa de "Crónicas Moralistas"

 

Aqui partilho o registo intergral da aprresentação do meu livro “Crónicas Moralistas” em Lisboa no IDL no passado dia 11 de Fevereiro de 2017 pelos oradores convidados, Eduardo Cintra Torres, Pedro Mota Soares e o Cónego Carlos Paes.
Aqueles que o desejarem podem receber um exemplar autografado do livro comodamente em casa através desta página.

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por João Távora às 10:21

Terça-feira, 14.02.17

Lançamento em Lisboa de "Crónicas Moralistas"

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 Apesar da chuva persistente, mais de uma centena de pessoas, entre familiares, amigos, correligionários ou simples leitores dos meus escritos, acorreram no passado dia 11 de Fevereiro de 2017 ao Instituto Amaro da Costa em Lisboa para a apresentação de “Crónicas Moralistas” pelos oradores convidados, Eduardo Cintra Torres, Pedro Mota Soares e o Cónego Carlos Paes. Aqui se apresenta uma pequena reportagem fotográfica do lançamento, que se repetirá no Porto, no dia 4 de Março pelas 18,00hs no Museu Soares dos Reis no Porto com Francisco José Viegas e Vasco Lobo Xavier.

Aqueles que o desejarem podem receber um exemplar autografado do livro comodamente em casa através desta página.

 

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 Ver reportagem fotográfica aqui

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por João Távora às 17:15

Segunda-feira, 13.02.17

O seu exemplar de "Crónicas Moralistas"...

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Os meus amigos que não puderam estar comigo no IDL em Lisboa para lançamento do meu livro "Crónicas Moralistas" e que não façam planos de participar na sessão do Porto no próximo dia 4 de Março, podem recebê-lo comodamente em casa através do meu novo site, aqui à distância de um clique.

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por João Távora às 16:50

Segunda-feira, 23.01.17

Contagem decrescente

O lançamento público em Lisboa de "Cónicas Moralistas", a minha segunda colectânea de apontamentos e comentários, terá lugar no próximo dia 11 de Fevereiro pelas 15,30 no Instituto Amaro da Costa (Rua do Patrocínio nº 128 A em Campo d’ Ourique). O livro será apresentado por Eduardo Cintra Torres, por Pedro Mota Soares e pelo Cónego Carlos Paes, pelo que peço desde já aos meus amigos que aqui me visitam a reservem a data para estarem comigo nesse dia muito especial para mim. 

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por João Távora às 17:07

Quinta-feira, 19.01.17

Da escrita

Há pessoas, quase sempre obscuros académicos, que escrevem de uma forma tão rebuscada, conjugando palavras difíceis escolhidas a preceito e sem critério aparente, frases tão extensas quanto incompreensíveis que mais parecem charadas. Ao principio, eu pensava que o problema era meu, mas depois percebi que essa é uma formula que eles usam para se armarem aos cucos disfarçando formulações de teses ilógicas ou mesmo a completa inexistência de uma ideia. Hoje estou convencido que fazem isso para gozar com o pagode, e riem-se dos que caem na esparrela de tentarem descodificar os seus textos.

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por João Távora às 21:47

Segunda-feira, 16.01.17

Lisboa a arder

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Ironia do destino, a assunção de que o PSD concorrerá sozinho à CML surgiu pela boca de Pedro Passos Coelho no dia em que uma sondagem apontava para a preferência dos eleitores á direita por uma coligação. Uma péssima notícia para aqueles que viam nas próximas autárquicas uma oportunidade de castigar a esquerda pela trágica gestão que vem praticando no maior município do país. Digo isto com a autoridade de quem nunca foi um sectário do CDS, antes um pragmático que acredita ser a união dos dois partidos fundamental para os portugueses poderem ambicionar uma alternativa ao triste fado do socialismo. Espero enganar-me, mas receio bem que as hesitações e a demora na definição duma estratégia e de um seu candidato para Lisboa não deixarão de ser cobradas a Pedro Passos Coelho na devida altura. Definitivamente os lisboetas mereciam um entendimento entre os dois partidos à direita: cansados que estão de verem a sua cidade transformada numa lixeira e num infernal campo de experiências de mobilidade e trânsito, uma Lisboa que perdeu a vergonha de expulsar os seus filhos para as periferias, a capital que o tripeiro Medina pretende reduzir a um cenário hollywoodesco para turista ver, com o lixo escondido debaixo do tapete. Assim, com Lisboa “a arder”, um dia ele será recebido em ombros pelos portuenses mais ressabiados.  

 

Fotografia: Rua dos Anjos "Lixeiras de Lisboa" daqui

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por João Távora às 09:25

Sexta-feira, 13.01.17

Como Sisifo?

A paz é como o horizonte, sempre a fugir-nos. A santidade é o caminhar.

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por João Távora às 11:43

Terça-feira, 10.01.17

O bezerro de ouro do regime

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 Curioso aquele busto da república destacado à cabeceira do caixão de Mário Soares nos claustros do Mosteiro dos Jerónimos como se fora um bezerro de ouro. Chesterton tinha razão quando afirmava que "quem não acredita em Deus tende a acreditar em tudo". 

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por João Távora às 20:23

Segunda-feira, 09.01.17

Da grosseria

Com algumas reacções à morte de Mário Soares nas redes sociais se comprova que tanto há gente alarve de direita como de esquerda. A grosseria é muito democrática. A diferença é que enquanto a direita se envergonha, à esquerda ela é arma para a revolução que não sobreviverá sem o ódio.

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por João Távora às 18:38

Sábado, 07.01.17

Mário Soares: Deus o tenha em Sua infinita misericórdia


Mário Soares esteve do lado da liberdade quando esta foi ameaçada. Eu estive na Fonte Luminosa, tinha 14 anos e naqueles tempos tumultuosos passava dias no Caldas a distribuir viveres aos retornados e noites em casa a rezar pelos nossos amigos que eram presos ou perseguidos. Assisti em directo ao seu confronto com Álvaro Cunhal. Soares foi corajoso e esteve no lado certo quando isso era arriscado.



Fiquemos com a recordação do Mário Soares bom e magnânimo - nunca nenhum outro presidente foi tão simpático para os Duques de Bragança a cujo casamento fez questão de ir e facilitar nas delicadas questões protocolares que se colocavam num evento que tomou dimensões grandiosas com honras militares e transmissão directa pela televisão pública.



Era laico, socialista e maçon, cometeu muitos erros e era desbocado. Deus talvez perdoe as suas falhas e pecados. A História encarregar-se-á de lhe fazer justiça.

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por João Távora às 18:58

Quinta-feira, 05.01.17

Populismos e Pós-verdades

Pelo que vi em duas horas de noticiário da SIC Notícias que passei em "F. Forward", o que de mais importante que marca a agenda do país é a sova que um adolescente levou há dois meses e a (in) competência dos árbitros de futebol. Só faltou o comentário do professor Marcelo, mas com a pressa deve ter-me escapado.

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por João Távora às 23:05

Quinta-feira, 05.01.17

Discos e riscos

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Para uns delicados ouvidos analógicos como os meus é reconfortante verificar como, a par do vertiginoso processo de desmaterialização da música e do crescimento exponencial do seu consumo através das de plataformas de streaming como o Spotify, Apple Music ou o Google Play, o mercado do vinil vai-se afirmando como uma consolidada alternativa para os verdadeiros melómanos e audiófilos. A comprová-lo basta verificar o espaço a ele reservado nas lojas Fnac, já para não falar da proliferação de novas lojas de discos nos grandes centros urbanos, ou pelo facto da versão em vinil de "Black Star" de David Bowie ter vendido globalmente perto de 500.000 cópias. No entanto convém realçar que este crescimento terá sempre como limitação os custos monetários necessários para a aquisição de um competente sistema de reprodução: um bom gira-discos com uma boa célula, um amplificador competente com entrada “Phono” e umas colunas adequadas ao espaço em que vão tocar. De resto faz-me alguma confusão a profusão de oferta de pequenos gira-discos de má qualidade, a maior parte com um atraente design “vintage”, que constituirão um logro para o consumidor, que rapidamente se perceberá que, para além de estragarem dos discos, não preenchem os valores mínimos de qualidade sonora comparativamente a qualquer pequeno dispositivo de reprodução digital, até o smartphone mais básico.

 

Publicado originalmente aqui.

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por João Távora às 12:22

Quarta-feira, 04.01.17

Alberto Gonçalves "despedido" do Diário de Notícias

Alberto Gonçalves DN Diário de Notícias Dias Co

A confirmação veio através de um post do próprio Alberto Gonçalves no Facebook: “só para evitar confusões: saí do DN por vontade da direcção”. Custa-me a acreditar que um jornal como o Diário de Notícias, que luta pela sobrevivência no exíguo espaço que sobeja para a imprensa dita “tradicional”, dispense um dos mais talentosos e populares cronistas da nossa praça. Como é que um jornal, qualquer que ele seja, que pretenda sobreviver nestes tempos em que perdem influência, dá assim um tiro no pé? Em compensação agora oferece-nos essa consagrada virtuosa da escrita que é Maria de Lurdes Rodrigues... A sensação que fica é que os editores não se dão bem com a pluralidade e com a irreverência, preferindo uma pena amestrada e complacente para com a oligarquia que nos pastoreia.

Há uns meses elogiei aqui esforço do DN pela inclusão deste colunista que lhe conferia uma qualidade extra ao Domingo, dia em que muita gente não dispensava a leitura dos textos ácidos e bem-humorados do Alberto Gonçalves. Suspeito que o DN não resista muito tempo a tantos maus tratos. Temo pelo futuro desta velha marca centenária do jornalismo português. Mas pensando bem talvez não seja grave: sobram sempre os blogs e as redes sociais. 

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por João Távora às 16:41

Terça-feira, 03.01.17

Um casamento feliz

Um casamento feliz não dá um bom romance muito menos uma boa crónica. Ninguém que tenha um casamento feliz é louco suficiente para assumi-lo em público. Um casamento feliz pode ser uma maçada para os outros e um incómodo para os casamentos que estão na luta para serem felizes ou não sabem que o são. Depois, toda a gente sabe que até no casamento mais feliz cai a nódoa. Certo é que um casamento feliz é um problema para a literatura. E a falta que fazem à cidade histórias de casamentos felizes...

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por João Távora às 10:30

Sexta-feira, 30.12.16

Como a peste

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Emerge por estes dias um discurso catastrofista a propósito das "redes sociais", "pós verdades", "notícias falsas", "populismos" como se fossem novas pestes, o fim do mundo em cuecas. Assim se referiu a essas pragas José Pacheco Pereira que por motivos insondáveis adoptou nos últimos anos um discurso contra tudo, em especial a realidade que teima em não o compreender. Quando certas personagens como Pacheco Pereira se insurgem contra as redes sociais e os perigos do anti-intelectualismo – todos ignorantes todos iguais, a minha leitura da realidade vale tanto como a tua - a coisa soa-me a ressabiamento e ciumeira pura.

Hoje foi a vez de Miguel Sousa Tavares, um tipo porreiro que não consta ser um perito em coisa alguma, antes pelo contrário, tecer na sua coluna do Expresso pela enésima vez um rol de lamúrias e alertas sobre os perigos e a perversão acrescida do conluio entre os jornais e os media sociais. As pessoas com a idade se não se cuidam podem tornar-se amargas, já se sabia.

Convém relativizar o alarmismo acicatado pelas vitórias “populistas” no seu confronto com o politicamente correcto veiculado pela imprensa tradicional em dificuldades. Afinal o populismo (veicular o que é popular) sempre existiu - vejam-se os casos extremos dos discursos do PCP e do Bloco de Esquerda ou do PS durante o resgate da Tróica –  e não é mais que o discurso fantasioso de conquista de popularidade àqueles que se quer apear e as notícias falsas simples munições de propaganda, a mais antiga profissão do mundo a seguir à outra - e Pacheco Pereira conhece-a bem. Mas se tudo isto são notícias más que perturbam os nossos tempos, a boa notícia é que elas sempre existiram sob outras capas e formas. Não nos consola nada, mas a ignorância e a imprevidência na interpretação da realidade é um problema antigo. Que o Mundo é um local perigoso e que a escolaridade não erradicou a ignorância também não é novidade. Está visto que “quando todos morrermos da peste só ficarão na Terra os próprios Sousa Tavares e Pacheco Pereira”*. Entretanto, eles que aproveitem bem o palco que têm para proferirem livremente as suas generalidades.

* Frase de João Villalobos, um perigoso propagandista no Facebook.

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por João Távora às 19:41




Sobre o autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.


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