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João Távora



Sexta-feira, 30.05.08

Receei até ser assaltado


Quando esta manhã reabastecia de gasóleo o carro, um esguicho matreiro do precioso líquido sujou-me as calças. Em resultado disso, durante o resto do dia o meu perfume caro foi várias vezes enaltecido. Por vezes pressenti até alguns olhares esquivos e silêncios cobiçosos. Vou mas é para casa tomar um duche e mudar de roupa!

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por João Távora às 18:47

Quinta-feira, 29.05.08

Bonecada divertida para todos


Decorreu ontem no Palácio das Galveias o lançamento de “ZU - Grande Jogo!”, mais uma aventura do gato Zu da autoria do José Abrantes agora publicado pela editora Boa Imagem. Pena minha, não encontrei lá o João Villalobos, talvez porque não havia croquetes. Mas ele que saiba que foi servido um agradável buffet que incluía sushis, queijos variados e outras iguarias fantásticas.


Quase sempre ofuscada pela Banda Desenhada industrial de importação, "pronta a publicar" por meia dúzia de cêntimos pelas grandes editoras, nem sempre é fácil encontrar a produção nacional nos escaparates das livrarias. O facto é que poucos conhecem este simpático personagem infantil, um gatinho azul, que na companhia dos seus amiguinhos e de um fascinante lápis mágico transporta-nos para um mundo divertido e fantástico de que todos somos fãs lá em casa. O gato Zu, a namorada Milai, o preguiçoso Tobias e os pilantras  Murcão e Rosnão, são há muito cúmplices companheiros de infância dos nossos miúdos.


Durante anos pressionei o José Abrantes (que é meu irmão) para que não desistisse desta série divertida à qual os miúdos aderem entusiasticamente. Ontem foi a confirmação da boa noticia: uma nova série do gato Zu está no prelo da Boa Imagem, de modo que os miúdos e graúdos poderão continuar a seguir divertidos as peripécias destes simpáticos personagens. Espero que com o necessário reconhecimento e sucesso comercial.


 


Informação complementar: o supracitado livro, assim como reedição do 1º volume da colecção, estará disponível na Feira do Livro, na banca EDIÇÃO DE AUTORES instalada na tenda PEQUENOS EDITORES.

 

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por João Távora às 11:42

Domingo, 25.05.08

Domingo

Evangelho segundo São Marcos 10, 13-16




Naquele tempo, apresentaram a Jesus umas crianças para que Ele lhes tocasse, mas os discípulos afastavam-nas. Jesus, ao ver isto, indignou-Se e disse-lhes: «Deixai vir a Mim as criancinhas, não as estorveis: dos que são como elas é o reino de Deus. Em verdade vos digo: Quem não acolher o reino de Deus como uma criança, não entrará nele». E, abraçando-as, começou a abençoá-las, impondo as mãos sobre elas.


 


Da Bíblia Sagrada

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por João Távora às 08:40

Quinta-feira, 22.05.08

Mentes mesquinhas

A polémica causada pelos lugares de estacionamento “rosa” do Centro Comercial 8ª Avenida em S. João da Madeira ainda me consegue espantar. Para quem não saiba, refiro-me a quatro lugares exclusivos para mulheres, mais à larga e estrategicamente posicionados para um fácil estacionamento automóvel. Após denúncia do Bloco de Esquerda à Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, que deu razão aos queixosos, a Sonae, proprietária do espaço comercial, prepara-se para repor a normalidade, ou seja, lugares iguais para todos - informa-nos o Diário de Notícias de hoje. Graças aos queixosos, os "queixinhas" do costume, a injustiça flagrante é devidamente reposta.


Desde sempre que me ensinaram a discriminar positivamente a mulher, atitude que interiorizei precocemente. Através de persuasivos castigos, meus pais reprimiram-me de pequeno os meus instintos agressivos para com as minhas três irmãzinhas indefesas. “Nem com uma flor”, troçavam elas, do alto do seu privilegiado estatuto. Restava-me implicar com o meu irmão, com resultados deveras desencorajadores.  E foi à força de muitos ralhetes e alguns calduços que, quase como um reflexo condicionado, adquiri o hábito de conceder sempre a precedência às senhoras.


Hoje, ajo por convicção: considero que não é em vão que as mulheres deveriam ser sempre acarinhadas e favorecidas; sabemos bem como seríamos todos mais afortunados com mulheres mais felizes e realizadas... Com mais disponibilidade interior para exercerem a actividade mais encantadora da sua existência: serem amorosamente femininas. Como se sabe essa disposição, preciosa para a harmonia global, é constantemente frustrada pela bestialidade humana e pelas contingências da vida, com os trágicos resultados que se conhecem. Isso quanto a mim justifica toneladas de discriminação positiva: com o miúdo pela mão, carregada de sacos de compras, latas, legumes, pacotes, fraldas e algum capricho que seja, depois de um dia de trabalho, o mínimo que a minha mulher merece é um lugar mais fácil para estacionar o carro. Pelo menos enquanto eu não a presentear com o céu que um dia lhe prometi.

Neste frémito moralista instituído pelos modernos Calvinos da esquerda estabelecida e anafada, a única meta é nivelar a existência das pessoas tão baixo quanto as suas vidas frustradas e rancorosas. Mas isso já eu tinha entendido.

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por João Távora às 23:05

Terça-feira, 20.05.08

Também vou!


Não haverá muitas mais oportunidades para ouvir Leonard Cohen ao vivo. Dia 19 de Julho garanto que vou chegar cedo para ouvi-lo olhos nos olhos.


 


(imagem roubada ao João Villalobos que por sua vez a roubou ao Pedro Mexia)

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por João Távora às 11:32

Segunda-feira, 19.05.08

O estádio do Jamor


Ontem, com as gargantas arranhadas, caras bronzeadas e ligeiramente molhados dos aguaceiros, regressámos felizes do Jamor. Com o coração acelerado, ainda parámos para umas farturas quentinhas, oleadas em açúcar e canela. O maralhal dispersava devagar, mais uma bifana e mais uma cerveja pró caminho, entre um cântico rouco e uma provocação aos rivais; o comboio ainda podia esperar por mais uns minutos de festa.


No Estádio Nacional apanha-se chuva, apanha-se sol e toda a sorte de intempéries ou imprevistos. No Estádio Nacional, à moda antiga, os sanitários são atrás de cada árvore, atrás de cada cabeço, entre os fumos das grelhas, a cheirar a febras e a fritos. No Estádio Jamor, à maneira dos grandes jogos de antigamente, entramos em fila indiana, devagarinho e apertados entre empurrões e desagravos, grosseiros ou bem humorados. Se não acontecer nenhuma desgraça, tudo corre bem. No Estádio Nacional só se joga à luz do dia, de preferência na primavera sob um esplendoroso verde natural.

As memórias que guardo do Jamor são diversas e quase sempre felizes. Em pequeno, no final dos anos sessenta, na Escola da Câmara éramos todos convocados para ensaiar o sarau para o Sr. Almirante. Sob a supervisão dum monitor, impecavelmente  equipados de calções e camisa branca, preparávamos ordeiramente o Dia da Raça, orgulhosa festa republicana de então. A viagem era feita em autocarros da Carris e  era o delírio da pequenada: “senhor chofer, por favor, ponha o pé no ‘celerador”; e por aí a fora. Mais tarde, no inicio dos anos 70, com Alvalade interditado uma temporada, o Sporting fez do Estádio do Jamor a sua casa provisória. Nesse tempo os jogos eram à tarde, a lotação era flexível, e assistíamos ao espectáculo sentados nos degraus de pedra. Havia uns espectadores mais sensíveis que alugavam uma almofada: “Olha a almofadinha... a cinco tostões” ...que era costume serem atiradas pró campo no fim do jogo. As coisas de que me lembro!

Hoje, nos modernos estádios, entramos de carro para o parque de estacionamento, passamos o cartão no torniquete e subimos de elevador para o nosso cómodo e seguro lugar. Comem-se hambúrgueres de marca ou pita shoarma, tudo aprovado pela ASAE, e os patrocinadores encarregam-se da animação, com passatempos iguais ao do estádio ali do lado. Mudam só as cores e os dizeres, tudo é de plástico higiénico e previsível, a bem da segurança e das emoções controladas. Recostados em cadeiras ergonómicas assistimos comodamente ao jogo e qualquer dia podemos “pôr pausa” para ir à casa de banho ou fazer um telefonema. Mas na bancada podemos saltar e cantar, “até morrer, Sporting allez” que “quem não salta, é lampião”... e “Só eu sei... porque não fico em casa!”. Em compensação, hoje em dia levamos as crianças sem preocupação, e encontram-se cada vez mais mulheres e cada vez mais bonitas nas bancadas.

Confesso que gostava que a final da Taça se mantivesse no Jamor, assim mesmo como é hoje. Para poder viver com os meus filhos, que são da geração I Pod, uma festa espontânea e popular. Um ambiente castiço de feira e de festa, com genuínos indígenas e forasteiros, mais a Maria e a merenda. Futebol emoção, com picadas de abelhas, apertos e outros imprevistos, além do pão com chouriço e vinho à pressão. E que mal tem isso?

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por João Távora às 16:24

Segunda-feira, 19.05.08

C'um Caneco!


 


O caneco foi MESMO bem entregue, Francisco, e sem “à partes” de rodapé. O Sporting ganhou bem. O argumento da arbitragem utilizado pelo Jesualdo até à náusea é puro mau perder, coisa muito feia. Alguém reconheceu o FCP que entrou em campo nos primeiros 45 minutos e que sofreu um golo limpo? D' agora até Agosto começa a época vitoriosa do Benfica, nisso concordo consigo.

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por João Távora às 09:27

Domingo, 18.05.08

Domingo

Evangelho segundo São João 3, 16-18



Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele. Quem acredita n’Ele não é condenado, mas quem não acredita n'Ele já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho Unigénito de Deus».


 

Da Bíblia Sagrada

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por João Távora às 12:52

Sábado, 17.05.08

Pedro Picoito


 


 

Carta aberta ao director do Instituto da Droga

 

Exmo. Senhor:

 

Dr. João Goulão

Director do Instituto da Droga, da Toxicodependência, da ganza, do xuto, do drunfo, da pedra, do cavalo e outras cenas práfrentex

 

 

         Foste muito porreiro, pá, em ter feito um dicionário do vício para a juventude. É que a ignorância da juventude sobre o vício é bué. Bem se queixa o Cavaco, embora ele não passe de um conservador desprezível que nunca tripou lá na parvónia. Uma civilização em que os putos não se entregam ao vício, como é seu dever, está condenada à morte. De tédio. Foi o que aconteceu a Roma (pergunta ao Picoito, esse betinho revionista). A grande civilização romana, que fez da má vida uma arte, não caiu por causa das orgias dos patrícios, mas porque os bárbaros não sabiam o que era uma orgia. Tivessem eles um dicionário da devassidão em bárbaro e Roma ainda hoje existiria. Por isso tomo a liberdade, diria até a libertinagem, de te enviar alguns palavrões que os cócós do IDT, sempre com aquele ar de quem não snifa às escondidas, pela certa desconhecem.

 

Tótó – infeliz que não bebe, não fuma, não joga e não escreve em blogues.

 

Supertótó – tótó que paga o IRS.

 

Sócrates – tipo que faz jogging e só fuma nos aviões da TAP.

 

Escuteiro – pamilitar alucinado que comete boas acções diárias.

 

Tratante – gajo que tem a lata de trabalhar para sustentar a família, em vez de roubar no Metro como toda a gente.

 

Morcão – quem toma banho todos os dias, sabe-se lá por que doença.

 

Sacripanta – alguém que não cospe na sopa nem bate na mãe.

 

Aleivoso - homem fiel à mulher, provavelmente por impotência.

 

Biltre - traidor que nunca apanhou uma carroça antes das 3 da tarde.

 

Cortesã - nome que se dava às generosas donzelas das Sextas, até que o careta do Távora o trocou por outro menos nobre para não misturar o trono e o lupanar.

 


 

 


Aqui ficam, para proveito da malta nova.


Recebe um abraço fixe do teu,



 

                                                           Viciado Compincha

 

Pedro Picoito (do blogue O Cachimbo de Magritte)

           

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por João Távora às 14:57

Sexta-feira, 16.05.08

O combate do amor - uma história sem fim


A Igreja possui uma vasta obra social, que só não será reconhecida por má fé. A sua pluralidade é profunda e evidenciada pelos seus múltiplos movimentos de inspirações e estéticas distintas. Na sua hierarquia pontuam personalidades discrepantes e sensibilidades diversas. A perspectiva laica, exterior, ou “jornalística” da Igreja, incapaz de entender o seu cariz religioso, tende a tudo reduzir aos clichés da disputa política de Direita e Esquerda. Muito a gosto desta óptica redutora, está o antigo Bispo de Setúbal, injustamente rotulado como o “bispo vermelho”, um santo e sábio Homem de Deus que tive o privilegio de contactar pessoalmente no inicio dos anos 90.


D. Manuel Martins, sempre controverso e assertivo, é um dos protagonistas da reportagem que a revista Única do Expresso publicará amanhã, a qual, partindo da sinistra  ameaça de uma crise alimentar iminente e que poderá atingir as franjas mais fragilizadas da nossa sociedade, faz uma evocação da extrema crise social e humana que assolou a Península de Setúbal nos anos 80.

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por João Távora às 11:26

Quinta-feira, 15.05.08

A bem da Pátria


 


Um SMS caiu ontem a meio da tarde no meu telemóvel com uma notícia que me deixou inquieto: o nosso primeiro-ministro, num exemplar acto pedagógico, anunciou aos portugueses que vai deixar de fumar!


Entende-se a solene comunicação. Há uns anos, quando tomei a mesma decisão, o meu médico aconselhou-me a anunciá-lo às pessoas mais próximas, familiares e colegas de trabalho, precavendo-as para um período emocionalmente instável na minha existência. No caso vertente de José Sócrates, sou levado a acreditar que ele considera todos os portugueses seus próximos, coisa que, dadas as suas funções e para mal dos nossos pecados, não deixa de ser verdade.

Dizem-me fontes bem informadas que o nosso primeiro-ministro quando está sob pressão tem "mau feitio", tem "pêlo na venta", enfim, é irascível. Assim sendo, esta sua decisão nesta altura, parece-me tão corajosa quanto inadequada: com uma crise económica mundial, eleições legislativas e a oposição de Manuela Ferreira Leite no horizonte, o panorama é o menos indicado para o nosso primeiro deixar de fumar. E não se julgue que é só o seu chefe de gabinete ou o Dr. Manuel Pinho que se arriscam, numa bela manhã de Verão, a levarem uma monumental e desabrida desanda, numa crise aguda de privação do furibundo Sócrates. Imaginem simplesmente que num belo dia, numa qualquer cerimonia inaugural de Estado, o homem se insurge descontroladamente contra uns manifestantes desempregados, obrigando a polícia de choque a intervir protegendo o povão imprudente e mal-agradecido.


Com este intimo anúncio, estamos todos preparados para o pior. Mas bastará um singelo pedido de desculpas, que o pessoal talvez vá perdoá-lo: “coitado, é uma má fase, vejam lá como ele está mais gordo... deve ser dos bolos e dos calmantes”. 


Eu cá por mim e para bem da Pátria, acho melhor que alguém lhe ofereça depressa um maço de SG filtro e uma carteira de fósforos. E de caminho que surja um líder de jeito e uma nova maioria que governe este malbaratado país.

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por João Távora às 11:15

Terça-feira, 13.05.08

A extremidade da corrente


O meu amigo Paulo Porto atira-me esta “corrente” desafiando-me que eu me defina através de seis simples adjectivos... Obviamente nem imitando a sua batota da duplicação dos rótulos, mesmo que sinceros, eles me desvendam. Coisa impossível e pouco desejável, pois então.


 

Aqui vai disto:

 

Sociável, apesar de tímido

Resoluto, apesar de inseguro

Assertivo, apesar de dócil

Reservado, apesar de emotivo

Fiel, apesar de independente

Sonhador, apesar de sóbrio

 
 Ilustração: Tarde de Domingo, de Georges Seurat (1859-1891)


 

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por João Távora às 15:03

Terça-feira, 13.05.08

Reciclagem ou criação de novos partidos?

Amanhã dia 14 no Centro Universitário Padre António Vieira em Lisboa pelas  21.15 Rui Marques do Movimento Esperança Portugal (MEP) e Filipe Anacoreta Correia da Alternativa e Responsabilidade (CDS) vão debater as teses da "reciclagem" ou criação de "novos partidos".

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por João Távora às 11:37

Segunda-feira, 12.05.08

Homenagens


Com uma vida que é uma trabalheira incomensurável de deveres e compromissos, nunca escondi a minha mundana fraqueza pelo futebol, por via duma incurável sportinguite aguda. Ontem depois de descarregadas as emoções básicas no Estádio de Alvalade, voltei para casa satisfeito da vida: para o Sporting era importante garantir os milhões da “champions”, e para o orgulho da lagartagem era essencial uma classificação à frente dos lampiões. Chegado a casa noite dentro, num frustrante zapping procurei durante um bom bocado nalgum canal de notícias ou desportivo ver o resumo do jogo do Sporting. Em vão: num lado, o inconcebível Rui Santos em intermináveis congeminações sobre Rui Costa; no outro, a vida e obra de Rui Costa; noutro ainda, o Rui Costa a falar baixinho e com voz trémula, a nova moda imposta pelo Chalana lá para os lados da Luz. Enfim, quase à meia-noite, conformado e exausto, fui preventivamente deitar-me, não fosse transformar-me em abóbora que é o que me acontece quando prevarico nas minhas rotinas.


Na semana que passou foram centenas as páginas e horas de veneração pública ao “maestro”, ao “número dez”, ao “príncipe” Rui Costa, em todos os jornais rádios e televisões... até à náusea. Nem Luís de Camões alguma vez teve direito a tamanha e intensa homenagem! E bem que o nosso Poeta merecia uma volta ao estádio com Os Lusíadas em punho debaixo de extasiados aplausos. E pensando bem, até eu já mereço uma pequena festa.

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por João Távora às 16:34

Domingo, 11.05.08

Domingo

...de Pentecostes, a fundação da Igreja...


 

Evangelho segundo São João 20, 19-23

 

Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos».


 


 


Da Bíblia Sagrada

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por João Távora às 09:53


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Sobre o autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.


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