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João Távora



Quinta-feira, 31.10.13

Só por amor

Este fabuloso senhor "qualquer coisa Colonel", partilha diariamente no Youtube vídeos (filmados aparentemente com uma câmara que usa na testa) de discos antigos a tocar num gramofone e cenário absolutamente indescritíveis... o facto é que há dois anos para cá o homem, fanático por gramofones, vem granjeando imenso sucesso com esta receita: para cima de dois milhares de clips, já contam 1 073 478 visualizações sempre com o mesmo plano e umas piadinhas de circunstância ao estilo vitoriano. Agora chamem-me maluco a mim.

 

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por João Távora às 11:15

Terça-feira, 29.10.13

Double sided

Já aqui publiquei diversa informação referente aos primitivos discos em goma-laca com um lado só fabricados até ao final da primeira década do século XX. Se a ilustração de um lado "não gravado" é visualmente pouco reveladora, talvez o não seja a imagem deste “moderno” espécime de 1912 da etiqueta britânica The Twin que aqui hoje desvendo. 

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por João Távora às 20:11

Segunda-feira, 28.10.13

Coleccionador de sons (2)

Quando no início do Século XX a indústria fonográfica florescia na forma de cilindros de cera ou de discos de goma-laca gravados em série, era comum algumas editoras de segunda categoria produzirem gravações “descritivas”, em que se reproduziam teatralmente os sons de um quadro invulgar, como a partida das tropas para a guerra ou como acontece no caso vertente, o socorro a um incêndio “interpretado” pela Empire Guards Band.

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por João Távora às 20:10

Segunda-feira, 28.10.13

Barbárie

Se é de duvidoso gosto o empenho que sempre depositaram Barbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho na mediatização de actos e acontecimentos do foro privado das suas vidas, apesar de coerente, soa aberrante o despudorado espectáculo que ambos vêm fazendo do seu conflito sentimental. Mas se a falta de decoro do casal e as suas severas consequências é um problema que apenas aos envolvidos diz respeito, já é incompreensível a atenção que alguns órgãos de comunicação social ditos de referência insistem dar ao "caso". Passado o choque do desconchavo, não deveria o tema transitar para o recato dos tablóides e das revistas da especialidade?


Publicado originalmente aqui

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por João Távora às 15:48

Quinta-feira, 24.10.13

Procissão com a Imagem Peregrina de N. S. de Fátima

Estoril, 6 Outubro 2013 

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por João Távora às 12:14

Quarta-feira, 23.10.13

Uma visita singular

Como muitos acontecimentos estruturantes que têm lugar neste País, passou completamente ao lado da agenda mediática a vista da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima à Vigararia de Cascais que terminou no passado Domingo de forma gloriosa com uma missa campal nos jardins do Casino do Estoril presidida pelo Patriarca de Lisboa D. Manuel Clemente.

A Igreja em Portugal é uma comunidade resistente e actuante, e a devoção a Santa Maria prodígio muito antigo. Nossa Senhora, com a sua adesão incondicional e fundadora da nossa Igreja (Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra [Lc 1, 38]) é por isso mesmo acolhimento e mediação das orações e suplicas dos portugueses que acreditam na sua redenção pela adesão à palavra de seu filho Jesus Cristo. 

 

Fotos daqui

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por João Távora às 15:35

Sábado, 19.10.13

Ao presente não vejo outro remédio*

 

Ao contrário da generalidade dos comentadores, provocaram-me sincera admiração as recentes declarações do ministro da economia, assumindo-se “um soldado disciplinado e leal dentro deste governo” perante o chumbo em Conselho de Ministros de boa parte das suas reivindicações. Ao contrário da maioria dos comentadores, estas sábias palavras constituem para mim um sinal de probidade e patriotismo de Pires de Lima, uma pedagogia pertinente para um CDS que espero definitivamente determinado na recondução do Estado a uma dimensão comportável pela economia do País, ou seja, no resgate da independência e dignidade nacional.

Por demais erros e aselhices que se possam imputar a este governo, como a falta de coragem reformadora, seja do Estado seja no estilo; o facto é que desconfio que levando esta extraordinária legislatura a bom termo, os seus protagonistas perdendo eleições, ganharão um lugar na História como autênticos heróis. Com o caderno de encargos acordado com os nossos credores, estava escrito nas estrelas que a reputação de qualquer governo nestas circunstâncias se desvaneceria em três tempos, fritaria em fogo vivo, e que o mesmo se teria de revestir de enorme resistência e de um inusitado espirito de missão.

Nesse sentido, esta semana passei a nutrir uma enorme consideração por Pires de Lima cuja paradigmática lição de humildade ministrada deveria fazer pensar muitos dos comentadores que, como ele próprio há uns meses, se passeiam hoje pelos canais televisivos e colunas de jornais em retaliações de velhas intrigas, a debitar devaneios e boutades, aproveitando a apreensão e sofrimento dos portugueses, sem terem em conta que pior do que a angústia que vivemos é a cegueira à probabilidade de tudo isto poder virar de um pesadelo a uma catástrofe.

De resto, estou convicto que perante os factos, a revolta ou a angústia são sentimentos que urge superar, não servem para nada pois não abonam a racionalidade que a situação de emergência do País nos exige. A realidade é feita de casos particulares, e no que me diz respeito tenho tudo a perder com o pior desfecho: para que conste, na minha casa com quatro dependentes há muito que não sabemos o que é um ordenado certo. 

 

* Paulo Portas citando Adriano Moreira

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por João Távora às 17:55

Sexta-feira, 18.10.13

O Mistério


Se não te chegam os testemunhos dos santos ao menos ouve a voz dos poetas. Talvez assim acredites que existe tanto mais para além da ciência, como daquilo que queres ver e entender.


Foto Instagram minha.

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por João Távora às 17:56

Quarta-feira, 16.10.13

The Bridge

Depois de ontem o partido comunista vir juntar a sua revolta contra o embargo da manifestação na ponte, Arménio, num assomo de bom senso decidiu recuar. Nunca é tarde para reconhecer o disparate de um braço de ferro por uma Causa estúpida que estava a enfraquecer a sua credibilidade. Bloqueiem lá a ponte com camionetes e paralisem Lisboa no Sábado, mas por favor não se magoem. 

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por João Távora às 16:14

Quarta-feira, 16.10.13

Young conservatives

O meu filhote pequeno é um conservador radical: de manhã não quer ir para a escola, à tarde não se quer ir embora; a seguir não quer ir para o banho, depois não quer de lá sair; à noite não quer ir para a cama, de manhã não se quer levantar. Ai vida dura...


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por João Távora às 10:30

Segunda-feira, 14.10.13

O amor como alternativa


Faça-se em mim segundo a Tua Vontade [Lc 1, 38]


As estatísticas informam-nos que no espaço de uma geração, reduziram-se a pouco menos de 10% os católicos praticantes em meios urbanos. Tenho muitas dúvidas que o consumo, o bem-estar e o entretenimento, sejam respostas capazes às profundas inquietações existenciais e carências do Homem. Por outro lado, estou convicto que o encontro intimo com a mensagem de Jesus Cristo é uma recurso disponível e gratuito contra muitos dos padecimentos, os quais a Igreja Católica (no sentido do seu conjunto de crentes) enquadra e dá resposta; sofrimentos esses que doutro modo degeneram facilmente em complexas doenças mentais dificilmente aplacáveis, mesmo com muito dinheiro, Filipe.

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por João Távora às 16:40

Sexta-feira, 11.10.13

Uma loucura...

"Portugal é o país da União Europeia com mais casos de doenças mentais. Um em cada quatro português sofre problemas do foro psíquico". Não será isto um motivo válido para o Estado Português resolver as próximas avaliações da Troika com um atestado médico?

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por João Távora às 17:02

Terça-feira, 08.10.13

O provincianismo do presente

 

Às vezes ponho-me a imaginar como, tal como acontece quando olhamos para o passado da Europa civilizada com o trafico de Escravos no Século XIX ou a Guerra química 1914 - 1918 (só para dar dois exemplos), o que é que os nossos vindouros pensarão da nossa moderninha Europa do século XXI com as vítimas do aborto livre e dos naufrágios em Lampedusa (só para dar dois exemplos). Não podemos, nunca por nunca, deixar de nos questionar e inquietar. Para evitar a estupidificação do “provincianismo do presente”, aquele logro patético de que tudo o que é moderno é bom. 

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por João Távora às 11:30

Segunda-feira, 07.10.13

Uma estratégia que preserve a esperança

 

No dia de mais um aniversário da “república”, convém relembrar que a chefia de Estado real, como provam as velhas monarquias constitucionais europeias, em situações de crise politica ou económica opera com extraordinária eficácia como factor de equilíbrio e elemento aglutinador. 

Dito isto, estou convicto que o aproveitamento do descontentamento popular e das fragilidades de um País sob resgate financeiro e sob forte ameaça de desagregação social com vista à afirmação do ideário monárquico parece-me um grave erro. Foi esse o modelo de intervenção dos republicanos nos anos que antecederam o 5 de Outubro: de uma forma impiedosa, numa política de terra queimada, de “quanto pior melhor”, todas as ignomínias foram utilizadas para denegrir a Chefia de Estado e o regime constitucional monárquico: a intriga permanente, a violência verbal e a calúnia, o assassinato político, o golpismo e o facciosismo deram frutos em 1908. Depois, o sucesso da “república” apenas foi possível à custa dum País profundamente fracturado e deprimido, e com a imposição duma continuada repressão e violência sobre os portugueses. Os reflexos desse trágico período condicionaram a nossa História até aos dias de Hoje.
Acontece que a agenda dos monárquicos militantes é de facto mais difícil de afirmar nestes tempos de desagregação, empobrecimento, mágoa e revolta que vivemos; quando a demagogia apela à irracionalidade e a uma intolerante agenda igualitária que invoca os instintos mais primários. Tanto mais que o regime monárquico para ser eficaz, exige uma Nação com auto-estima e um Estado com instituições credíveis, factores intrinsecamente orgânicos, porque emergentes do Povo de que procedem. 
A militância Realista é, por tudo o que referi, um trabalho de longo prazo. Uma exigente maratona de persistência, paciência e inteligência. Porque só após edificada a monarquia, reflectida na solidez das instituições democráticas da Nação, faz sentido chamar o Rei.

 

Publicado Sábado no jornal i 

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por João Távora às 16:35

Domingo, 06.10.13

5 de Outubro em Santarém


De resto foi sob total indiferença da mesma Comunicação Social, reuniram-se em Santarém de portas abertas à população, largas centenas portugueses para o XIX Congresso da Causa Real, além dum Congresso fundador da Juventude Monárquica Portuguesa. Coisa insignificante, sabemos bem.

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por João Távora às 20:46


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Sobre o autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.


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