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João Távora



Sexta-feira, 24.11.17

Um justo tributo, no local certo

pedro_rolo_duarte.jpg

Apesar de ser muito crítico com a classe sempre gostei de jornalismo, e (talvez por isso) aprendi a seguir e gostar de alguns jornalistas. Hoje, com a brutalidade a que não nos conseguimos habituar, fomos surpreendidos com a morte de Pedro Rolo Duarte, cedo de mais como sempre acontece com aqueles que admiramos. Jornalista e cronista que desde os tempos do Independente acompanhava, tenho para mim que o Pedro Rolo Duarte pugnava por um raro zelo na isenção. Além das afinidades musicais, aproximou-nos (virtualmente) o papel preponderante que teve nos anos mais recentes no acompanhamento dos blogs e dos blogers, movimento de que a determinada altura foi especialista e especial patrocinador. Que Deus o tenha na sua infinita Graça.

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por João Távora às 20:33

Sábado, 18.11.17

Uma questão de decência

Casa Real.jpg

Não entendo a Chefia de Estado Real como constituindo um privilégio, antes pelo contrário. Onde existem dinastias historicamente legitimadas, e não sendo o cargo executivo, não vejo qualquer imoralidade no facto dos reis não serem sufragados pelo voto - vê-se bem por essa Europa afora a sua importância e o sucesso do modelo que persiste e se adapta nos países mais desenvolvidos. Mas é evidente que para a consumação em Portugal deste desígnio, a instauração da monarquia, a democracia tem que imperar organicamente na sociedade, através de uma participação activa das múltiplas comunidades na rés-publica. Esse é o problema: não acho que no meu País a democracia, a sociedade portuguesa e as suas instituições, no actual quadro constitucional, sejam suficientemente representativas e participadas (evoluídas) para acomodar uma Chefia de Estado hereditária. Seria um presente envenenado, um convite à insurreição. Mas isso não me demove um milímetro de me dedicar de corpo e alma à Causa Real para apoio à Casa Real Portuguesa para que ela perdure depois de mim, antes pelo contrário. Por uma questão de decência e... amor à Pátria que é legado dos meus avós.

 

Fotografia: Nuno Albuquerque Gaspar 

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por João Távora às 22:48

Quinta-feira, 16.11.17

As greves das fidalguias republicanas estão de volta

(...) Esta greve dos professores teve o mérito de nos recordar como é diferente a “bolha” em que vivem aqueles para quem este Executivo tem governado – as corporações que vivem do Estado ou à sombra do Estado – e adura realidade dos que têm que fazer pela vida e pela criação de riqueza. (...)

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por João Távora às 10:42

Terça-feira, 14.11.17

Corta-fitas Pôr a língua portuguesa na moda

Há algum tempo abriu ao lado da minha casa em S. João do Estoril um cabeleireiro que se vende com grande letreiro na montra dizendo "Nails & Depil" - tem manicura e faz depilação. Agora, perto da estação há um novo barbeiro que se anuncia como "hairdresser" e "barber shop". No ginásio que frequento quase tudo é anunciado em inglês inclusive os exercícios (praticar Cycling a seguir a beat e fazer push ups), termos que por preguiça ou simples possidonice não são expressos em português. E desenganem-se os cândidos que equiparam esta praga aos antigos francesismos e a certos anglicismos que sempre foram adoptados por necessidade da língua acolher novos conceitos: o que se passa nos nossos dias é a substituição paulatina de designações existentes em português pelas suas correspondentes em inglês. 
É urgente fezermos frente a esta bimbalhada moderninha que vai tomando conta disto e nos faz sentir estrangeiros na nossa terra. É importante a militância pela língua portuguesa. 

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por João Távora às 10:17

Sexta-feira, 10.11.17

A Avenida da Liberdade em 1905

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Magnifica Magnifica litografia de João Christino com uma perspectiva para mim inédita da Avenida da Liberdade em 1905 que fotografei ontem da exposição patente na Biblioteca Nacional. Nela, entre uma bulíciosa mistura de calhambeques, cavaleiros, charretes e ciclistas, vê-se claramente no primeiro quarteirão à esquerda o prédio nº 232 (o quinto) que foi a casa dos meus avós que ainda frequentei.

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por João Távora às 20:35

Segunda-feira, 06.11.17

Independência ou morte (lenta)

republica.png

Não estará na hora de se iniciar um movimento que restaure a independência de Portugal face à “Republica Portuguesa” que de ano para ano mais parasita os portugueses para alimentar e promover as oligarquias com reposições e progressões automáticas?

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por João Távora às 16:53




Sobre o autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.


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