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João Távora


Sábado, 11.03.17

Da decadência

Com a coesão social no ocidente profundamente ameaçada não só pelas ideologias, estes tempos confusos, de perda de valores e de profunda crise económica (sim o paraíso da geringonça é uma espécie de experiência psicadélica que vai passar depressa), somos desafiados a saber ler os sinais mais desconcertantes dos lados mais improváveis. Perigoso é o preconceito que tolda a inteligência e empobrece o pensamento, nesta época conturbada em que mais se exigem respostas sábias. E é um erro tomarem-se por garantidas as "seguranças" que temos hoje.

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por João Távora às 17:43

Quarta-feira, 18.02.09

Deflação


 


No Reino Unido, a taxa de inflação no Index de Preços de Retalho (RPI) de Janeiro caiu para to 0.1%. Mais>>>

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por João Távora às 16:18

Segunda-feira, 05.01.09

A bomba-relógio

O regime nos últimos trinta anos sustentou-se na ascensão artificial de uma classe média espiritualmente pobre, pouco ágil e inculta, só possível através do endividamento e do emprego artificial às expensas do estado. Paralelamente conquistou hegemonia a cultura do contra-poder, uma adolescentocracia triunfante patrocinada pelas esquerdas radicais.

A bem da paz social tem-nos valido essa falsa progressão social massificada e sustentada no consumismo estéril que alimentou as urnas, elegeu deputados e governos. Ora agora consta que o circo acabou.

Os tempos de crise que se adivinham são um ameaça à terceira república e no mínimo representarão muita instabilidade social  e o retorno à Política. Mais, suspeito que o descrédito nas instituições, em conjunto com o desemprego massivo e uma negra recessão económica, aconselharão a breve trecho a uma  profunda regeneração do sistema político. Para assim se desartilhar a bomba.

 

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por João Távora às 08:37

Quarta-feira, 15.10.08

A crise perpétua

Quem tenha um pouco de memória sabe como em Portugal pelo menos há quarenta anos se apregoa uma infindável crise. Desde o choque petrolífero de setenta, passando à espiral inflacionista aos gloriosos dias do PREC, ainda sobrevivemos aos governos do Dr. Mário Soares com a ajuda de Paul Krugman e do FMI, "os ricos que paguem a dita!". Depois veio a crise dos anos noventa, o Cavaco a apanhar os cacos e os fundos estruturais, até despontarmos esfusiantes no oásis pré-expo '98 do Engenheiro Guterres. Depois dele, de novo vacas magras, o ataque às torres gémeas, novo choque petrolífero, o garrote do deficit orçamental, por aí afora até ao malfadado "sub-prime" que hoje nos aperta os calos.


A vida é difícil e a crise de cada dia é sempre pior que a anterior. E quanto se atormentavam os nossos pais e avós com as perspectivas profissionais dos seus filhos e netos! O espantoso é como afinal de contas nós sobrevivemos às malfazejas garras do destino de ser português, no desapiedado mundo contemporâneo. É que afinal à boa maneira portuguesa, a gente sempre se safa... até que a bolha um dia rebente de verdade.

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por João Távora às 11:50

Quarta-feira, 01.10.08

Nota


 

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por João Távora às 13:07




Sobre o autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.


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