Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

João Távora


Terça-feira, 25.10.11

Ver para lá da espuma dos dias...

 

"Um andar com história", de Nuno Castelo Branco para leitura obrigatória.

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 16:09

Terça-feira, 23.06.09

Melomanias

Neste caso não concordo com o Henrique Raposo: Ravel compôs algumas das maiores estuchas contemporâneas, concertos para matraca e porta de elevador e coisas do género, mas eu considero o Bolero uma bela e emocionante obra, que conseguiu sobreviver ao excesso de exposição das modas. A ouvir, com o espírito propenso e com uma boa aparelhagem, onde nos possamos deleitar com os instrumentos que de forma  tão explicita e carnal exprimem as suas sonoridades e texturas, naquele ritmo quase hipnótico. De resto, Henrique, eu sou daqueles que se arrebatam com “mulheres difíceis” destas: os concerto nº 2 e 3 para Piano e Orquestra  de Rachmaninov levam-me aos píncaros. E também concordo com o seu avô: "Texaicov" é mesmo bom - macho e imperial. Decididamente como melómano sou um incurável reaccionário.
 

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 18:05

Quarta-feira, 03.06.09

Cor-de-rosa *

Uma cor é uma cor, uma pessoa é uma pessoa... e as suas circunstâncias – tal como o cor-de-rosa.


 


* Em resposta à Eugénia

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 17:22

Quarta-feira, 27.05.09

O adivinho espantado

por Eugénia Gambôa no i




As opiniões mudam e é o espanto. Pela primeira vez desde 1995, segundo dados da Gallup, a maioria (51%) dos adultos norte-americanos identifica-se como pró-vida na questão do aborto. Uma viragem à "direita" dos americanos nas questões morais. Surpreendente? Não.


(…) Ninguém é dono e senhor do progresso. Ninguém pode partir do pressuposto de que todas as mudanças são benéficas. Em sociedades abertas e livres, a percepção pública resulta de uma avaliação contínua de propostas e projectos. As sociedades mudam mas a um ritmo próprio independente das legislaturas políticas. Esta mudança na opinião é sobretudo uma lição de humildade intelectual e um alerta para a "adivinhação político-social" que, apesar de estar em voga, ainda não é ciência.


 


na integra aqui:

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 16:36

Segunda-feira, 11.05.09

Uma verde (ade) inconveniente

(...) Uma das coisas menos más quando o Porto é campeão é nós aqui em Lisboa nem os ouvirmos. Parece mesmo que nem houve título. (...) O certo é que, tirando a Avenida dos Aliados e os directos televisivos, ninguém ouve buzinadelas na maior parte do país. E isso é muito bom, acreditem.


A outra coisa muito boa é termos a certeza que o Benfica não ganha nada. (...)


 


Bernardo Pires de Lima no União de Facto -  já na barra lateral.

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 18:11

Terça-feira, 28.04.09

República vs Monarquia


 


Quando a política quotidiana aborrece profundamente um monárquico, este tem sempre outros horizontes (literalmente) para onde se voltar: ora leiam esta excelente análise de Rui Albuquerque no Insurgente:


 


Um dos aspectos mais evidentes do funcionamento das repúblicas de forte incidência parlamentar é a degenerescência das suas instituições políticas. A razão é simples de entender. Na verdade, exceptuando os poucos países que sacralizaram a república (como os EUA), os demais não possuem instituições com legitimidade própria, isto é, que não decorra da legitimidade política. Por isso, a actuação dos protagonistas institucionais é sempre perspectivada, pelos seus adversários ou pelas suas vítimas, como resultado do jogo político, e não exactamente como o desempenho de funções próprias, autónomas ou mesmo independentes do poder político. Ler mais »»»


 


 

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 17:16

Quarta-feira, 22.04.09

Continente velho

Um modelo em crise numa Europa em crise: em 1980 havia no espaço europeu mais 36 milhões de crianças do que reformados, hoje existem mais seis milhões de reformados do que crianças. (...)


 


Pedro Correia no Delito de Opinião

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 14:00

Terça-feira, 21.04.09

Frases que marcam (2)

O cúmulo do politicamente correcto é o único partido que tem como líder uma mulher, ser acusado de contornar a lei da paridade.


 


André Abrantes Amaral n' O Insurgente

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 12:04

Sexta-feira, 17.04.09

Blogues Influentes

Por mero acto de justiça, actualizamos a barra lateral com alguns blogues em falta daqueles representados na incursão a Bruxelas: Da Carla Quevedo, o Bomba Inteligente; do Leonel Vicente, o Memória Virtual;  da Maria João Marques, o Farmácia Central, do Pedro Morgado, o Avenida Central; do Rui Castro, o recém estreado Sábado - Blog de Direita.

 


De resto, em breve (agora não que tenho que trabalhar) vou contar tudo sobre o Clube de Bruxelas. Estejam atentos, então.

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 12:19

Quarta-feira, 18.03.09

A respeito da eutanásia, a grande causa do reverendo Louçã...

escreve André Azevedo Alves no Insurgente: (...) Poucos acreditarão que a iniciativa (do Bloco de Esquerda) visa, efectivamente, combater a “obstinação terapêutica” mas há um aspecto da mensagem de Louçã que é inteiramente credível. Historicamente, o socialismo nunca foi particularmente eficaz a proporcionar o acesso dos cidadãos à larga maioria dos bens e serviços, mas revelou-se sempre terrivelmente eficaz a garantir o “acesso livre e informado à morte” (...). Leia tudo aqui.

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 16:36

Sexta-feira, 13.03.09

O crime

(...) Na génese da violência estão culturas permeáveis à infracção, ao desprezo pela autoridade e à recompensa pelo acto atrevido. No fundo, o liberalismo foi sempre uma miragem optimista: quando se dá aos indivíduos rédea solta, salta um Madoff, um "médico da morte", um Landru ou um atirador sobre alvos em movimento. (...)


 


Combustões

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 17:10

Terça-feira, 17.02.09

Ler os outros

Mário Crespo ontem no Jornal de Notícias:


 


O horror do vazio


 


Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates, secretário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.


Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia. Duas propostas que em comum têm a ausência de vida. A união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril. A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte. No meio das ideias dos mais altos responsáveis do Partido Socialista fica o vazio absoluto, fica "a morte do sentido de tudo" dos Niilistas de Nitezsche. (...) Ler tudo aqui.

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 09:58

Quinta-feira, 12.02.09

Vamos combater a poligamofobia!

Filipe Nunes Vicente:


 


(...) O Francisco, a Rute e a Renata passaram a viver juntos. Mas viviam em degredo. Queriam casar-se como as pessoas normais e não podiam. Teriam de optar. Não podiam: o afecto e o amor escorria-lhe pelo testum.


O Francisco, a Renata e a Rute amaldiçoam esta sociedade que se julga no direito de regulamentar a forma como as pessoas se amam, excluindo-as da ordem jurídica aceitável. (...)


 


Obrigatório ler tudo aqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 16:40

Terça-feira, 23.12.08

Ler os outros


Recebi por e mail este admiravel texto de Mendo Castro Henriques que passo a transcrever:


 


Feliz Natal


 


Cada um terá o seu motivo para celebrar o Natal, seja cristão ou não. E também é verdade que esse motivo muitas vezes se reduz a um sentimento de simpatia e se traduz em breves tréguas nos conflitos pessoais e sociais, simbolizadas pela troca de votos felizes e de presentes.

Comprar mais, comer melhor, descansar um pouco é o figurino do Natal mundano. E por isso, a semana após o Natal não será muito diferente da semana anterior. Por isso é corrente ouvir que "Natal deveria ser todos os dias!". E por isso as festas desta quadra são sobretudo um ritual onde cada um projecta as fantasias que entende.

E contudo, todos os livros sagrados da Humanidade falam do homem como atormentado por uma culpa, por uma existência precária que ele não sabe redimir a não ser sacrificando alguém, e fazendo do seu próximo o Bode Expiatório. A origem das violências, dos conflitos, e das guerras passa por aqui.

E contudo, com o Natal, Jesus Cristo veio ao mundo para oferecer-se como vítima sacrificial única e definitiva, encerrando um ciclo histórico que durava desde as origens da humanidade e que era regido essencialmente pela lei do sacrifício.

O que Jesus Cristo fez foi cumprir de uma vez só essa lei do sacrifício, nascendo como a vítima definitiva. Antes as vítimas se somavam: 1 + 1 + 1 + 1. .. Agora a vítima única se multiplica por si mesma: 1 x 1 x 1 x 1!. .. Façam as contas e compreenderão por que o Natal deve ser celebrado.


Esta consciência deve ser reconquistada de geração em geração. A maioria, mesmo quando recebe presentes, esquece que eles apenas simbolizam o ganho muito maior obtido há 2008 anos.

Esse ganho pode ser explicado em poucas palavras, segundo a filosofia. Todos podemos viver atormentados pela culpa que produz medo, ódio, inveja, ciúme, e busca obsessiva de aprovação. Esses sentimentos tornam-nos vulneráveis às acusações e insinuações com um poder incalculável sobre nós. Em busca de protecção contra esse poder, submetemo-nos aos malvados, acreditando que quem nos fere também nos pode ajudar. E assim nos convertemos em bode expiatório.

Cristo adverte-nos que esse sacrifício é inútil. Não existe no mundo um poder habilitado a exigir vítimas. Deus só exigiu uma, e Ele mesmo a forneceu. Quem depois disso se sinta culpado, deve recordar-se do nascimento de Cristo e alegrar-se.  Ele não foi um cobrador de dívidas mas um salvador. Nada pede! Apenas oferece. E em troca aceita qualquer coisa pois é manso e humilde de coração.

Se sabendo disso, continuamos vulneráveis à iniquidade; se ainda sentimos perante os malvados e os corruptos o temor reverencial e tentamos aplacá-los com mostras de submissão para que eles não nos castiguem, é porque ainda não acreditamos no Natal.

O Natal é simples: pede-nos para sermos bons e não temer os políticos injustos, os ideólogos perversos, os juízes desonestos, os investidores corruptos. Nenhum deles tem autoridade sobre nós. Não baixemos a cabeça perante eles! Não consintamos que as nossas fraquezas sejam exploradas pela malícia do mundo.

Jesus Cristo já pagou a nossa dívida.


 


Feliz Natal!


Mendo Henriques, 2008

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 13:01

Segunda-feira, 07.07.08

Revisitar a revolução

 



Já com alguns artigos e conteúdos, o projecto da Plataforma do Centenário da República está finalmente on line, a caminho de 2010 com diversas e promissoras iniciativas manga. Agora que temos nomeada uma Comissão Organizadora com uma forte marca de moderação em vias de ser empossada, a Plataforma do Centenário prepara-se também para ser um contributo sério para uma rememoração lúcida da nossa revolução de Outubro.

Autoria e outros dados (tags, etc)

por João Távora às 16:37




Sobre o autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Pesquisar no Blog  

Instagram

Instagram

calendário

Agosto 2017

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031