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João Távora


Segunda-feira, 06.03.17

Lançamento no Porto

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Uma tarde inesquecível com Francisco José Viegas, Álvaro Sequeira Pinto, Jorge Leão e Vasco Lobo Xavier, no Museu Soares dos Reis para apresentação do meu livro "Crónicas Moralistas" na cidade do Porto. A apresentação teve o apoio da Real Associação do Porto, no âmbito do seu protocolo com a Associação dos Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis.

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por João Távora às 10:47

Terça-feira, 28.02.17

O Porto é uma nação

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No próximo Sábado dia 4 de Março às 18h00 estarei no Porto na Sala da Música do Museu Nacional Soares dos Reis com o Vasco Lobo Xavier e o Francisco José Viegas para a apresentação do meu novo livro "Crónicas Moralistas". 

Entretanto, os meus amigos que o desejarem podem receber um exemplar autografado do livro comodamente em casa através desta página.

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por João Távora às 21:24

Sexta-feira, 17.02.17

Vídeo do lançamento em Lisboa de "Crónicas Moralistas"

 

Aqui partilho o registo intergral da aprresentação do meu livro “Crónicas Moralistas” em Lisboa no IDL no passado dia 11 de Fevereiro de 2017 pelos oradores convidados, Eduardo Cintra Torres, Pedro Mota Soares e o Cónego Carlos Paes.
Aqueles que o desejarem podem receber um exemplar autografado do livro comodamente em casa através desta página.

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por João Távora às 10:21

Terça-feira, 14.02.17

Lançamento em Lisboa de "Crónicas Moralistas"

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 Apesar da chuva persistente, mais de uma centena de pessoas, entre familiares, amigos, correligionários ou simples leitores dos meus escritos, acorreram no passado dia 11 de Fevereiro de 2017 ao Instituto Amaro da Costa em Lisboa para a apresentação de “Crónicas Moralistas” pelos oradores convidados, Eduardo Cintra Torres, Pedro Mota Soares e o Cónego Carlos Paes. Aqui se apresenta uma pequena reportagem fotográfica do lançamento, que se repetirá no Porto, no dia 4 de Março pelas 18,00hs no Museu Soares dos Reis no Porto com Francisco José Viegas e Vasco Lobo Xavier.

Aqueles que o desejarem podem receber um exemplar autografado do livro comodamente em casa através desta página.

 

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 Ver reportagem fotográfica aqui

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por João Távora às 17:15

Segunda-feira, 13.02.17

O seu exemplar de "Crónicas Moralistas"...

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Os meus amigos que não puderam estar comigo no IDL em Lisboa para lançamento do meu livro "Crónicas Moralistas" e que não façam planos de participar na sessão do Porto no próximo dia 4 de Março, podem recebê-lo comodamente em casa através do meu novo site, aqui à distância de um clique.

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por João Távora às 16:50

Segunda-feira, 23.01.17

Contagem decrescente

O lançamento público em Lisboa de "Cónicas Moralistas", a minha segunda colectânea de apontamentos e comentários, terá lugar no próximo dia 11 de Fevereiro pelas 15,30 no Instituto Amaro da Costa (Rua do Patrocínio nº 128 A em Campo d’ Ourique). O livro será apresentado por Eduardo Cintra Torres, por Pedro Mota Soares e pelo Cónego Carlos Paes, pelo que peço desde já aos meus amigos que aqui me visitam a reservem a data para estarem comigo nesse dia muito especial para mim. 

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por João Távora às 17:07

Domingo, 28.02.16

Viagem ao purgatório

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"Alentejo Prometido” de Henrique Raposo, autor conhecido pelas suas crónicas do Expresso, é o mais recente livro da colecção “Retratos” da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que adquiri há dias junto à caixa dum supermercado Pingo Doce. Vender livros no supermercado é como levar o conhecimento para o átrio dos gentios da ilustração. Pela minha parte, creio que haverá mais alegria no Céu com uma criatura convertida à leitura, do que com noventa e nove intelectuais que leiam mais um livro. E a propósito, há um forte traço de estilo pop na escrita séria deste escritor.

"Os alentejanos não escolhiam a vida: sofriam-na", refere a determinada altura Henrique Raposo, a meio da “viagem” que neste livro empreende pela sua genealogia geográfica, social e pessoal, num relato impiedoso e às vezes brutal, mas sem a mácula do ressentimento (que é sentimento repisado e acicatado) como é seu timbre. A narrativa começa num buliçoso casamento católico na igreja de S. Domingos, um reencontro com os seus parentes e família alargada, e no festim que se segue no concelho de Santiago do Cacém, precisamente em Foros de Pouca Sorte, a aldeia da família. O nome do lugar é em si uma metáfora cruelmente óbvia, sobre um Alentejo inóspito, sem lei, que um dia foi abandonado pelo Criador a uns quantos desvalidos pioneiros, salteadores, bastardos e libertinos, que em desespero o “colonizaram” ainda durante o século XX. Trata-se de uma realidade sociológica pouco visitada, para lá da costumeira narrativa panfletária da luta de classes, narrada tantas vezes à imagem do cliché da própria paisagem alentejana; bárbara e inquietante, psicótica - como naquele ponto em que Henrique Raposo relembra a estrada que separa a também familiar aldeia de Bicos de Alvalade, uma gigantesca recta de 18 km, que em criança o autor empreendeu atravessar por várias vezes de bicicleta e da qual sempre desistiu ao chegar ao cruzamento para a povoação de Fornalhas acometido pelo pavor: “Pedalava, pedalava, a paisagem não mudava, sentia-me como um ratinho dentro de uma roda, era sempre o mesmo fio de alcatrão rodeado do mesmo conjunto uniforme de sobreiros sem um único rasto humano”.

Um Alentejo de cujo legado Henrique Raposo se demarca, afirmando-se “rafeiro, mestiço, bastardo de solo. (…) Não tenho nem terei terra. Não pertenço.” Mas há algo de paradoxal nessa rejeição, e o impulso que leva o autor a empreender este “confronto com as suas raízes”, fazer-se literalmente à estrada na companhia do Pai e com a Mãe, ao encontro da sua genealogia que não renega - antes abraça - como que numa atitude de libertação. Talvez reflexo da procura dum certo sentido “religioso” – no sentido de ligação - que possuem algumas almas aristocráticas, ligação que Henrique tanto se esforça por rejeitar, como que revoltado, em vários pontos da narrativa.
E depois há o suicídio do “tio Jacintinho, o grande detonador deste livro”; e o aterrador fenómeno do suicídio alentejano, (de 45 a 50 por 100 mil habitantes), que ultrapassa a marca da Lituânia, líder mundial na modalidade, com 42 por 100 mil habitantes. Esta é uma terra estranha que foi-se humanizando, cedendo à civilização; e uma imagem disso é, uma vez mais, o casamento do seu primo que, caótico ou não, reúne dentro de uma igreja várias gerações de primos e tios, que se perfilam diante duma máquina fotográfica para perpetuar o encontro (um ritual que simboliza o cuidado de uns pelos outros). Parafraseando o autor, "Isto significa que os alentejanos só podem ter esperança no futuro".
E não, Henrique; nem sempre os palavrões são sinal de cumplicidade. A partilha de silêncios, essa sim, é a última fronteira da amizade – silêncios que, como bem dizes, os alentejanos praticam como poucos, nos alpendres dos cafés. Um desprendimento monástico diverso da desconfiança. E depois, bem-feitas as contas, se não assentirmos a transcendência, não estaremos todos; alentejanos, minhotos ou lisboetas, tragicamente sós neste estranho e equívoco fenómeno que é existir?

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por João Távora às 21:35

Quinta-feira, 26.03.15

I can get no satisfaction

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 A falta de "Confiança nas Instituições Políticas", em termos europeus por estes dias é superior nos países atingidos pela crise do euro, nomeadamente os do sul da Europa e também a França. A falta de "Confiança nas Instituições Políticas" em Portugal expressa-se claramente na fraca militância politica nos partidos. A "Confiança nas Instituições Políticas" manifesta-se estatisticamente por uma superior literacia, escolaridade, cultura e integração social. O crescimento das candidaturas independentes é um sintoma de falta de "Confiança nas Instituições Políticas”, assim como o surgimento de “movimentos sociais de protesto”. Para que se não tirem conclusões precipitadas, registe-se que países como a China ou o Uzbequistão apresentam os números mais positivos no que diz respeito à "Confiança nas Instituições Políticas". 

Vem estas afirmações soltas a propósito da apresentação ontem no IDL, no âmbito do Ciclo “À Volta dos Livros” do Ensaio "Confiança nas Instituições Políticas" publicado recentemente pela Fundação Francisco Manuel dos Santos pela sua autora, a Professora Ana Maria Belchior. Todos os gráficos e estatísticas comparativas exibidos tornam evidente que os índices de confiança nas instituições políticas constituem um precioso termómetro dos problemas do sistema democrático ao qual os seus protagonistas deviam prestar mais atenção. Com causas diversas, que vão do incumprimento das promessas eleitorais ou da percepção de corrupção, só para dar dois exemplos evidenciados por Ana Maria Belchior, é evidente que urge uma reforma do sistema politico em Portugal e nas Instituições Europeias.
Não tão evidente mas mais perversa, porque do foro orgânico da nossa construção social, é, na minha opinião, a perigosa conjugação destes factores: o da natureza da democracia que se alimenta da "comercialização" de bem-estar em troca do voto, do cumprimento das expectativas cada vez mais sofisticadas dos indivíduos, cuja natureza é para a permanente insatisfação, e cuja felicidade definitivamente não depende dos bens e direitos que conquistam, conjugado com um modelo de sociedade hipermediatizada, cujos agentes, a comunicação social, laboram numa lógica comercial dependente da exploração desse descontentamento e desconfiança. Não estou nada certo de que as sociedades mais descontentes com as instituições políticas sejam as que vivem objectivamente pior. O perigo da implantação da “referendocracia”, ou duma democracia “Fórum TSF”, é atirarmos fora o bebé com a água do banho.

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por João Távora às 16:15

Terça-feira, 24.03.15

Nas margens das margens

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 Apesar das suas opiniões quase sempre diversas das minhas, foram duas ordens de razão que me dispuseram na passada Quinta-feira ir ao Lançamento de “Aleluia” de Bruno Vieira do Amaral: primeiro porque ele sempre demonstrou um exemplar cavalheirismo na forma como as afirma. A segunda é porque o seu livro trata de Cristãos como eu, e as suas concepções postas assim, deixam de ser uma agressão para se tornarem num estímulo à inquietação - que é o sobrenome de um devoto seguidor de Jesus Cristo. Nesta perspectiva conciliatória até acabo por entender a reclamação repetida pelo Bruno no dia do lançamento, de como se está nas tintas para "as fragilidades doutrinárias" numa determinada congregação religiosa. Para quem se reclama ateu como ele, compreende-se que sejam pouco importante os detalhes e argumentos que sustentam aquilo que para si quanto muito não passará de uma “efabulação” benigna. Mais difícil será o desafio de um leitor crente sentir o seu universo existencial objecto dessa investigação… por exemplo ser concebido como um “consumidor” e a sua Igreja como um “produto”. Augh!!!

Tudo isso não retira a minha curiosidade por este original ensaio sobre o Cristianismo Evangélico e a sua sobrevivência em Portugal. Acontece que na Europa do século XXI ser um dos de Cristo é militar nas margens. Facto que nos desafia a deixarmo-nos tocar por todos aqueles que habitam as margens das margens. Curiosamente onde o Papa Francisco nos recomenda o olhar.

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por João Távora às 09:52

Segunda-feira, 08.04.13

Liberdade 232

 

"Liberdade 232" é uma selecção dos meus comentários, crónicas e memórias num livro com 192 páginas ilustrado com fotografias de Osias Filho, com prefácio de Henrique Raposo. O lançamento do livro, para a qual convido desde já todos os meus seguidores nestas lides dos blogs, terá lugar no próximo dia 9 de Abril no Instituto Amaro da Costa , na Rua do Patrocínio nº 128-A em Campo d'Ourique pelas 18,30 hs. e contará com a apresentação do escritor Francisco José Viegas e do Rev. Padre Pedro Quintela

 

Mais informações e comprar aqui.

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por João Távora às 16:36

Quarta-feira, 27.05.09

De hoje a oito...


...tudo farei para estar presente às seis e meia na Bertrand para um abraço e uma dedicatória no meu exemplar.

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por João Távora às 16:01

Quinta-feira, 23.04.09

Mais leitura, mais livros

Não é possível uma sociedade boa sem homens bons. As soluções aos desafios humanos, estão nas atitudes pessoais, começam nas nossas casas e partem dos nossos actos e vontades.

Na educação das minhas crianças travo duas duras batalhas contra a cultura do entretenimento e do consumismo: a primeira é a sua formação religiosa cristã, uma missão quase impossível no meio desta ruidosa bagunça hedonista.  A segunda, não menos ingrata, é a promoção da leitura: aos mais velhos já os desafio para os clássicos como Eça, Steinbeck ou Malraux, autores que ajudaram à minha formação como pessoa. Porque a boa literatura desacomoda e desvenda a magnitude do drama existencial. Porque a boa leitura ajuda a fazer pessoas melhores e mais completas.

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por João Távora às 16:16

Segunda-feira, 20.04.09

Dez anos de testemunhos monárquicos


 


 


Aqui d’El Rei é o título deste belo livro de João Mattos e Silva, Vasco Telles da Gama, e Nuno Pombo, uma colectânea dos seus mais significantes textos “alheios à volatilidade das conjunturas” publicados ao longo dos últimos dez anos na comunicação social. As crónicas aqui reunidas versam temas como a chefia de estado, o centenário da república, a identidade nacional, o regicídio, as relações com Espanha, e muitos outros.


 


 


Numa época de profunda crise social económica e de valores, este livrinho consagra um raio de luz sobre quantos espíritos verdadeiramente livres anseiam pela regeneração da sua pátria, por uma sã “utopia” que restaure a esperança a Portugal. À venda numa livraria perto de si.

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por João Távora às 17:42

Sábado, 07.07.07

Na mesa de cabeceira

Acedo de bom gosto ao desafio do Pedro Picoito enumerando os últimos cinco livros que li. O problema que se me põe é que tenho na mesa de cabeceira várias leituras em aberto, sem contar com a minha empreitada em curso, a leitura das aventuras de Tintim à minha filha pequena (anda fascinada). Assim, como o Pedro, também vou misturar livros que estou a ler com outros que já li.
1 Memórias Inéditas da Rainha D. Amélia, por Lucien Corpechot e Introdução de Rui Ramos, da editora Caleidoscópio em 2007. Além de tudo mais, trata-se de uma impressionante perspectiva, tão verdadeira quanto subjectiva, com um toque quase intimista, dos últimos anos da monarquia.
2- The Long TailHow endless Choice is Creating Unlimited Demand. Por Chris Anderson - RH Business Books 2006. Sobre as infinitas potencialidades dos inumeráveis nichos, num mercado do tamanho do mundo, dramaticamente acessível pelas novas tecnologias de comunicação e comércio.
3Longe do Abrigo, por David Lodge – Asa. Dizem que é uma obra autobiográfica deste autor com quem tanto me divirto. A infância e início de adolescência de Timothy, durante a II Grande Guerra e nos primeiros anos do pós-guerra. O retrato de uma Inglaterra conservadora e provinciana, em tempos de austeridade e sacrifício em contraste com a opulência e o optimismo quase imbecil dos “invasores” americanos. Este é o redentor choque do ingénuo Timothy num Verão em Heidelberg de férias com a irmã Kath no meio da comunidade americana.
4A Ponte dos Suspiros, de Fernando Campos – DIFEL. Um delicioso romance histórico, em que acompanhamos D. Sebastião, depois de Alcácer Quibir, deambulando humilhado pela Europa. Em Lisboa, encapuçado, presencia as suas próprias exéquias fúnebres...
5A Revolução Liberal 1834 – 1836 – Os “Devoristas” de Vasco Pulido Valente – Altheia Editores, 2007. Um gosto em conhecer a minha história, e perceber um pouco da “genealogia” da escumalha contemporânea.
Como se vê, sou uma pessoa de gostos simples.
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Finalmente, passo “a bola” à Isabel Goulão, ao Paulo Pinto Mascarenhas, ao Paulo Cunha Porto, ao João Gonçalves e à Mafalda Miranda Barbosa. Desculpem lá meter-vos nesta trabalheira...

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por João Távora às 00:01

Quarta-feira, 21.03.07

Bom de ler



Só agora consegui ler A Queda do Império Romano – O fim da Civilização de Bryan Ward-Perkin da Alêtheia Editores. A investigação com o pragmatismo dos números e a leitura de um arqueólogo. Gostei do estilo de escrita simples e luminosa. Que desmistifica as interpretações politicamente correctas da História "New Age". É também um alerta sobre a fragilidade das organizações sociais sofisticadas... Como a nossa.

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por João Távora às 17:44




Sobre o autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.


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