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João Távora


Domingo, 10.12.17

O histórico legado

1945_dom_duarte_com_principe[1].jpg


"Sempre meus avós vos anunciaram o nascimento de seus filhos {…} Sejam quis forem os tempos, de longe ou de perto, vós sois para mimo mesmo que fostes para os meus antepassados: o povo querido e glorioso que melhor serviu a Deus e à sua terra e mais amou os seus reis. Por isso vos anuncio como eles anunciavam, o nascimento de meu filho, oferecendo a sua vida ao bem Portugal com o mesmo fervor com que há muito consagrei a minha {…} Dou-vos nesta hora de interrogações e ansiedadesque oprimem, a certeza de que não findará no meu lar a consciência das responsabilidades que me prendem a Portugal e à felicidade de todos os portugueses.”

 

Excerto da mensagem do Senhor Dom Duarte Nuno, do exílio em Berna aos portugueses por ocasião do nascimento do seu filho primogénito o Senhor Dom Duarte Pio, a 15 de Maio de 1945. In “Nas teias de Salazar – Dom Duarte Nuno de Bragança (1907 – 1976) Entre a Esperança e a Desilusão, de Paulo Drumond Braga – 2017 Editora Objectiva.

 

Publicado originalmente aqui

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por João Távora às 19:36

Sábado, 18.11.17

Uma questão de decência

Casa Real.jpg

Não entendo a Chefia de Estado Real como constituindo um privilégio, antes pelo contrário. Onde existem dinastias historicamente legitimadas, e não sendo o cargo executivo, não vejo qualquer imoralidade no facto dos reis não serem sufragados pelo voto - vê-se bem por essa Europa afora a sua importância e o sucesso do modelo que persiste e se adapta nos países mais desenvolvidos. Mas é evidente que para a consumação em Portugal deste desígnio, a instauração da monarquia, a democracia tem que imperar organicamente na sociedade, através de uma participação activa das múltiplas comunidades na rés-publica. Esse é o problema: não acho que no meu País a democracia, a sociedade portuguesa e as suas instituições, no actual quadro constitucional, sejam suficientemente representativas e participadas (evoluídas) para acomodar uma Chefia de Estado hereditária. Seria um presente envenenado, um convite à insurreição. Mas isso não me demove um milímetro de me dedicar de corpo e alma à Causa Real para apoio à Casa Real Portuguesa para que ela perdure depois de mim, antes pelo contrário. Por uma questão de decência e... amor à Pátria que é legado dos meus avós.

 

Fotografia: Nuno Albuquerque Gaspar 

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por João Távora às 22:48

Quinta-feira, 31.03.16

Modernidade

(...) “sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins (vida, liberdade e felicidade), cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la” – (...) “Nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela [nação] não emane expressamente”.

Aclamação do Rei D. João IV, assento das cortes de Lisboa - 1641

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por João Távora às 20:32

Quinta-feira, 19.06.14

Proclamação

 

Acabo de chegar dos estúdios da CMTV o canal 8 da MEO onde estive a comentar a grandiloquente proclamação de Filipe VI como rei de Espanha no programa da Maya (entre as 9,30 e as 10,30). Descartei-me logo da parte protocolar e das mexericos, temas para os qual não estou vocacionado, tentei focar-me nas questões políticas e evidenciar os contrastes entre uma monarquia constitucional moderna como a espanhola e o modelo de chefia de Estado republicano em Portugal. falei com orgulho da Causa Real em que milito e da Casa Real Portuguesa que tanto estimo. 

De resto, e propósito do mesmo assunto, aqui partilho o meu artigo no jornal i.

 

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por João Távora às 18:15

Quinta-feira, 05.06.14

Sorte a deles

No final dos anos noventa do século passado tive a oportunidade de testemunhar em Caracas e na Ilha Margarita, onde se desenrolava uma Cimeira Ibero Americana, um dos principais argumentos a favor da chefia de Estado Real: o impacto da visita do rei de Espanha à Venezuela, ex-colónia espanhola, foi arrasador e o furor emanava das ruas engalanadas pelo povo exultante. O facto é que a instituição monárquica espanhola, através do seu prestígio, teve um papel preponderante na afirmação da grandiosa Espanha moderna no Mundo e constitui por estes dias o elemento unificador do frágil puzzle de nacionalidades que a compõe. Sorte a deles.  

Se é verdade que nos últimos anos tudo vinha correndo mal no reinado de João Carlos o facto é que todas as sondagens hoje apontam para o apoio de larga maioria dos espanhóis ao regime que foi sufragado em 1978. Nesse sentido, segundo o jornal El País, e salvo algum imprevisto, o príncipe Filipe será proclamado rei pelo parlamento espanhol com cerca de 91% votos dos deputados eleitos democraticamente. Sorte a deles.  
Ora acontece que a imprensa regimental tem dificuldade em lidar com este panorama, que é uma afronta aos preconceitos que sustentam o nosso disfuncional regime semipresidencialista e o tão perorado inquilino do Palácio de Belém eleito por pouco mais de 21% dos portugueses. E é porque sou português e vivo numa triste e falida república, com as suas instituições desacreditadas e em decadência acelerada, que este ponto me incomoda de sobremaneira: a debilidade do nosso regime contrasta com a grandiloquência da instituição real dos nossos vizinhos. E isso, por oposição, torna-nos mais pequenos e mais irrelevantes na cena internacional. É esta realidade que a generalidade dos media portugueses tem medo de encarar, preferindo salientar a marginal, posto que legítima, contestação dos republicanos em Espanha, ignorando, de um só passo, duas cruas realidades:  a de que foi a monarquia que permitiu consolidar a democracia em Espanha e de que a república se instaurou em Portugal por meios violentos e antidemocráticos. De resto, como referia há dias um amigo meu, esperemos que o novo Chefe de Estado espanhol não escolha Lisboa como sua emblemática primeira visita. Seria muito azar, o nosso.

 

Publicado originalmente aqui.

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por João Távora às 21:47

Quarta-feira, 23.04.14

Monarquia TV

Aqui estão algumas ideias por mim expressas numa entrevista à Monarquia TV, um meritório projecto de comunicação que dá os primeiros passos e que merece a atenção de todos.  Aqui, no Youtube ou no MEO, canal nº 555412.

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por João Távora às 16:22

Terça-feira, 25.03.14

Continuidade e tradição como garantia de progresso

A tradição e a cultura (língua e obras) são os alicerces duma nação corporizada por um povo que a herda, administra e projecta para o futuro. O príncipe, como primus inter pares, encarna os desejos e expectativas da comunidade que representa e de que procede. Estamos no domínio da metapolítica que nos concede superar uma concepção meramente administrativa ou aritmética da coisa pública. E repare-se como não ficamos obrigatoriamente amarrados a uma simples questão de fé: para os não crentes numa ordem transcendente, a questão pode ser perspectivada no âmbito da simbologia, dimensão fundamental para a sustentação de um tácito contrato comunitário, a encarnação de uma realidade abstracta, a que se confere assim a harmonia necessária à adesão emotiva.

No que diz respeito à perspectiva estritamente política, nunca é de mais relembrar que a chefia hereditária do Estado, que maioritariamente subsiste legitimada pela história nos países europeus mais desenvolvidos, é um factor de equilíbrio e de religação nacional, último reduto da unidade identitária e dos valores perenes do ideal comum, sempre ameaçados pela mecânica democrática, cujo exercício por natureza exacerba a luta faccionária, compele à desagregação e à descrença por via da erosão de uma conflitualidade permanente, através da rivalidade e conflito entre partidos, grupos de interesses, económicos, profissionais ou estéticos.

É pois motivo de júbilo para os portugueses assinalar-se a maioridade de S.A.R. o senhor D. Afonso, príncipe da Beira, digno representante, com seu pai, de toda a nação portuguesa. As celebrações iniciam-se hoje dia 25 de Março com uma missa de acção de graças na Igreja da Encarnação (ao Chiado). Trata-se da comemoração da promessa da continuidade na direcção dos nossos filhos e netos, duma noção de pátria que é acima de tudo espaço, tempo e uma alma enorme de 900 anos.

 

Publicado originalmente no jornal i

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por João Távora às 00:36

Terça-feira, 07.05.13

Os reais custos da chefia de Estado

A propósito da investidura do Rei Guilherme Alexandre dos Países Baixos, aqui estão os meus comentários sobre a questão do regime de chefia de Estado no noticiário das 20,00hs do Correio da Manhã TV do passado Sábado, dirigido por João Ferreira e com a participação de Aberto Miranda da revista VIP.

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por João Távora às 16:58

Quarta-feira, 16.01.13

A Chefia de Estado em Tempos de Crise

"Mas os que não conseguem renunciar à inteligência não podem perder o sentido da importância, mesmo quando acossados pelo dever imposto pela urgência. E aquilo de que vos falo não é de urgência. Não é de défices nem de dívida pública. É de dignidade, é de sentido patriótico, é de exemplo."

 

 

Na Sexta-feira, dia 12 de Outubro de 2012, Nuno Pombo, Presidente da Real Associação de Lisboa foi o convidado especial do almoço-palestra mensal do Instituto Amaro da Costa que versou sobre o Sistema político e Chefia de Estado em momentos de crise política e social.

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por João Távora às 10:59

Terça-feira, 16.06.09

A premência do ideal monárquico

Para aqueles que de forma sobranceira me perguntam quais as motivações para esta minha teimosa militância pela monarquia, que aspirações me movem para tão exótica causa, tão incómoda e excluída da “agenda politica”, eu respondo que o faço por uma questão de responsabilidade: a responsabilidade que me cabe para com a continuidade desta “utopia” no seu sentido mais nobre: o sonho dum Portugal com futuro.
Conheço alguns ilustres “compagnons de route” que optaram por “congelar” o seu ideal monárquico, imbuídos dum pseudo-realismo e embrenhados na espuma dos seus projectos pessoais, políticos ou profissionais. Tenho pena: eu sei como é difícil apregoar esta ingrata causa que não favorece carreiras ou comendas. Reconheço que a mensagem embate numa implacável “agenda mediática” que emerge do espectáculo popularucho e da mesquinha contenda política, das conveniências corporativas e interesses imediatos.
Não nego a evidência de que hoje os grandes males que Portugal padece são profundos e estão a montante da questão do regime. Como em 1910 as instituições estão descredibilizadas e não funcionam. Os portugueses, habituados ao assistencialismo e pouco atreitos a responsabilidades, parecem conformados com um medíocre destino, cuja perspectiva não passa do amanhã. E temos a merdização do debate político, com a gestão da rés pública ao nível do chão.  Deste modo e dentro das minhas limitações, não prescindo de intervir de dentro do sistema em favor da minha comunidade e pelo futuro do meu país, com a liberdade que esta república me proporciona. Mas não me passa pela cabeça hipotecar as minhas mais profundas convicções.
Acredito profundamente na monarquia, na instituição real como a solução mais civilizada para a chefia dum Estado europeu e quase milenar como é o nosso. Num tempo de relativização moral, de fragmentação cultural e enfraquecimento das nacionalidades, creio mais que nunca na urgência duma sólida referência no topo da hierarquia do estado: o rei, corporização dum legado simbólico identitário nacional,  garante dos equilíbrios políticos e reserva moral dum povo e dos seus ideais. O rei, primus inter pares, é verdadeiramente livre e por inerência assim será o povo.
Sou modesto: espalhar a doutrina e "fazer" mais monárquicos é o meu único objectivo. Que floresça nas mentalidades o sonho duma nação civilizada e de futuro, ciosa da sua identidade e descomplexada da sua História. De resto, o seu curso é sempre imprevisto e, quem sabe um dia, num instante tudo poderá mudar.

 

Também publicado aqui

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por João Távora às 18:19

Domingo, 10.05.09

Da forma e do conteúdo

“porque é que a Inglaterra mantém um regime monárquico, liberal e ordeiro, enquanto na Europa temos agora a paixão pelo despotismo popular e republicano, no lugar antes ocupado pela paixão pelo absolutismo real?”


Edmund Burke*




Acredito na democracia como o melhor meio para uma sociedade mais justa, promotora da liberdade, da igualdade de oportunidades, e responsabilizadora de todos nos destinos da comunidade.

No entanto a democracia não dá respostas a tudo: os seus valores fundamentais não prosperam por meio de meras formalidades; ela própria tende a promover padrões discursivos, culturais e éticos medíocres. Veja-se o que aconteceu com a democratização da televisão nos anos noventa: entre outras coisas o povo deixou de ver teatro, assistir a palestras e a ter noites de cinema. Na disputa politica, vejam-se as parangonas politiqueiras que sobejam para consumo das massas na comunicação social. Uma democracia de carroceiros resulta inevitavelmente numa barbárie de canalhas.

Certamente será tão pouco democrático o estado promover a tradição do cristianismo como obrigar o povo a ouvir Bach e a ler os clássicos.

Eu sonho pertencer a um povo mais culto, mais sofisticado e exigente no que diz respeito aos valores da liberdade, do mérito e da justiça. Por isso sou democrata e monárquico.


 


Post dedicado ao Tiago Moreira Ramalho e inspirado na 1ª parte do ensaio de João Carlos Espada “O Mistério Inglês e a Corrente de Ouro" publicado no jornal i de ontem.

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por João Távora às 22:04

Terça-feira, 28.04.09

República vs Monarquia


 


Quando a política quotidiana aborrece profundamente um monárquico, este tem sempre outros horizontes (literalmente) para onde se voltar: ora leiam esta excelente análise de Rui Albuquerque no Insurgente:


 


Um dos aspectos mais evidentes do funcionamento das repúblicas de forte incidência parlamentar é a degenerescência das suas instituições políticas. A razão é simples de entender. Na verdade, exceptuando os poucos países que sacralizaram a república (como os EUA), os demais não possuem instituições com legitimidade própria, isto é, que não decorra da legitimidade política. Por isso, a actuação dos protagonistas institucionais é sempre perspectivada, pelos seus adversários ou pelas suas vítimas, como resultado do jogo político, e não exactamente como o desempenho de funções próprias, autónomas ou mesmo independentes do poder político. Ler mais »»»


 


 

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por João Távora às 17:16

Segunda-feira, 20.04.09

Dez anos de testemunhos monárquicos


 


 


Aqui d’El Rei é o título deste belo livro de João Mattos e Silva, Vasco Telles da Gama, e Nuno Pombo, uma colectânea dos seus mais significantes textos “alheios à volatilidade das conjunturas” publicados ao longo dos últimos dez anos na comunicação social. As crónicas aqui reunidas versam temas como a chefia de estado, o centenário da república, a identidade nacional, o regicídio, as relações com Espanha, e muitos outros.


 


 


Numa época de profunda crise social económica e de valores, este livrinho consagra um raio de luz sobre quantos espíritos verdadeiramente livres anseiam pela regeneração da sua pátria, por uma sã “utopia” que restaure a esperança a Portugal. À venda numa livraria perto de si.

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por João Távora às 17:42

Quarta-feira, 07.01.09

Pedido de esclarecimento

De modo a apurarmos o nível da nossa discussão sobre a monarquia, desafio o Tiago Moreira Ramalho do Corta-fitas a sustentar a afirmação de que terá sido no tempo da Dinastia Bragantina e até 1910 (repare-se na subtileza do final do período em questão) que Portugal perdeu o comboio europeu, depois de termos sido uma super-potência mundial. Gostava que o Tiago me referisse as suas fontes, e já agora nos desvendasse tais números, os quadros comparativos com as outras economias europeias.

Num modesto contributo para a sua elucidação, sugiro que visite o site da Plataforma do Centenário da Republica onde encontrará dois brilhantes artigos do Ricardo Gomes da Silva sobre a manipulação dos dados estatísticos, e outro do meu colega de causa Carlos Bobone, sobre a propaganda republicana a respeito do pretenso descalabro nacional.

Penso que a pertinência destas questões justificam a generosidade do Tiago em manter o debate à tona da blogosfera e fico a aguardar os seus esclarecimentos.


 


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por João Távora às 11:18

Domingo, 04.01.09

Uma discussão sempre pertinente


Em jeito de provocação, o Tiago Moreira Ramalho do Corta-fitas lançou um repto aos monárquicos (segundo ele estranhamente numerosos!) para que sustentassem as suas   convicções. Confesso que inicialmente pressenti a questão eivada dos habituais e levianos preconceitos fruto da intoxicação de cem anos de propaganda ou simplesmente por falta de conhecimento.

Mesmo fora da sacrossanta agenda política, a discussão vingou e a resposta dos monárquicos na blogosfera surpreendeu-me não tanto pela quantidade, mas pela qualidade argumentativa e doutrinal, e disso presto aqui homenagem ao Tiago. Assim, aconselho vivamente a leituras de Nuno Castelo Branco no Estado Sentido, do Samuel Paiva Pires no blog do Centenário da República, do João Gomes n’O amor em tempos de blogosfera, do Ricardo Gomes da Silva no Somos Portugueses, do Rui Monteiro na Causa Monárquica, do Professor Mendo Castro Henriques também no blog do Centenário da República e do Miguel Castelo Branco no Combustões. De notar algumas valiosas intervenções nas caixas de comentários das quais destaco interessantes réplicas do Leónidas e do Costa. De resto a bandeira republicana, além do Tiago só a vi hasteada pelo intrépido André Couto da Câmara dos Comuns


Finalmente, acreditem que não subestimo a doutrina republicana: respeito os fundamentos morais e reconheço-lhe uma “racionalidade” sistémica estimável. Aliás acredito que esse regime é o ideal nalgumas nações do mundo, sendo disso exemplo máximo os Estados Unidos da América. Mas por favor, os republicanos que não menosprezem a questão infantilizando um debate que como se comprova é sempre pertinente e substancial.


 


Imagem: caricatura dos protagonistas do "caso das bandeiras" Guerra Junqueiro e Teófilo Braga (autor desconhecido, jornal a Luta) daqui

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por João Távora às 18:19




Sobre o autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.


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