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João Távora


Domingo, 31.05.09

Domingo de Pentecostes


Leitura dos Actos dos Apóstolos




Quando chegou o dia de Pentecostes, os Apóstolos estavam todos reunidos no mesmo lugar. Subitamente, fez-se ouvir, vindo do Céu, um rumor semelhante a forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde se encontravam. Viram então aparecer uma espécie de línguas de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que se exprimissem. Residiam em Jerusalém judeus piedosos, procedentes de todas as nações que há debaixo do céu. Ao ouvir aquele ruído, a multidão reuniu-se e ficou muito admirada, pois cada qual os ouvia falar na sua própria língua. Atónitos e maravilhados, diziam: «Não são todos galileus os que estão a falar? Então, como é que os ouve cada um de nós falar na sua própria língua? Partos, medos, elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, da Frígia e da Panfília, do Egipto e das regiões da Líbia, vizinha de Cirene, colonos de Roma, tanto judeus como prosélitos, cretenses e árabes, ouvimo-los proclamar nas nossas línguas as maravilhas de Deus».




Da Bíblia Sagrada

 


 

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por João Távora às 15:21

Domingo, 17.05.09

Domingo

Evangelho segundo São João 15, 9-17



 




Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Disse-vos estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa. É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi a meu Pai. Não fostes vós que Me escolhestes; fui Eu que vos escolhi e destinei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça. E assim, tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo concederá. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros».



 


 


Da Bíblia Sagrada

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por João Távora às 15:04

Sexta-feira, 15.05.09

O Papa-Obama

Há por aí uma malta bem pensante que não gosta de Bento XVI: ele é branco, chama-se Ratzinger (nome alemão) um intelectual e ainda por cima católico. O que esses arautos do Mundo Novo tipo “bairro social” da Madonna aspiram é pelo Papa-Obama.

Um Papa-Obama é um Papa Yes we can: de preferência preto, que advogue o aborto, patrocine uma marca de preservativos e entronize a homossexualidade. Um Papa popular, que saque uns sound bites fracturantes para os jornalistas se excitarem. Um Papa que não se misture muito com beatos, rejeite Fátima e a padralhada: que antes seja um homem mundano, com conta no twitter, pouco dado a teologias ou a essas mariquices da fé. E já agora, que assuma a culpa pelo obscuro passado da Europa do sul, da do norte e se possível de todos os males do mundo. Um Papa que não reze e em vez disso se inscreva no Bloco de Esquerda, impluda o Vaticano, fume umas ganzas e se converta ao budismo. Será então que os cristãos terão finalmente um Papa com boa imprensa e um programa na MTV.

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por João Távora às 18:05

Quarta-feira, 13.05.09

Fátima

Lá vão os peregrinos. Sacrifício, fé, esperança. Temperos.

Cruzei-me com eles ontem. Num café de beira de estrada. Ao balcão, rapazes e raparigas de outro mundo. Os peregrinos não se importaram,não apedrejaram, não cuspiram.

Estes peregrinos, esta Europa. Fazem pouco deles em vez de lhes agradecer
.


 


Filipe Nunes Vicente - no Mar Salgado


 


Passei o fim do dia de ontem e parte da noite em boa companhia. E, juro, rezei muito pelos pobres em espírito e pelos eternos fariseus. Que Jesus e sua Mãe, Maria Santíssima, os ajude.


 


João Gonçalves - Portugal dos Pequeninos

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por João Távora às 10:57

Domingo, 26.04.09

Domingo


26 de Abril dia do Santo Condestável de Portugal


 

A santidade vive-se na história, e nenhum santo está isento das limitações e dos condicionalismos próprios da nossa humanidade. Ao canonizar um seu filho, a Igreja não celebra opções históricas particulares realizadas por ele, antes o propõe como modelo à imitação e veneração pelas suas virtudes, para louvor da graça divina que nelas resplandece.

 

Papa João Paulo II

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por João Távora às 15:49

Domingo, 15.03.09

Quaresma


Não será boa altura a Quaresma, para expulsarmos os vendilhões do nosso templo que impunemente nos cercam o nosso coração, acenando-nos com as estéreis distracções e vaidades, coibindo-nos assim  duma mais íntima aproximação a Cristo? Não podemos nós cristãos ser melhores nesta quadra? 

 

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por João Távora às 17:44

Quarta-feira, 04.03.09

A Origem das Espécies debatida no Vaticano

Desde ontem que decorre no Vaticano uma Conferência Internacional sobre o tema «Evolução Biológica: factos e teorias. Uma avaliação crítica 150 anos depois de “A origem das espécies” de Charles Darwin. 

O Professor Leclerc professor de Filosofia da Universidade Pontifícia Gregoriana e coordenador da conferencia afiançou na apresentação que os debates não deixarão de abordar o aspecto religioso, e a suposta oposição entre a teoria evolucionista e a visão bíblica da criação do homem, que a priori segundo a Igreja Católica não são leituras incompatíveis. 

Marc Leclerc explicou que o problema teve início quando a teoria da evolução se tornou "evolucionismo". Ou seja, a teoria científica transformou-se progressivamente num sistema filosófico e ideológico que interpretava toda a realidade humana, indo além do seu âmbito específico.  O mesmo problema verificou-se também com a teoria da criação que se encontra no livro do Génesis, que se tornou criacionismo, ou seja, um sistema de pensamento pretensamente científico. "Na realidade, o autor do Génesis não tinha a intenção de dar respostas científicas, mas de responder a uma questão teológica com os instrumentos do seu tempo", esclareceu.

Durante cinco dias, o Congresso será dividido em nove sessões, para abarcar todas as disciplinas implicadas na Teoria, como a paleontologia, a biologia molecular, os mecanismos da evolução, a antropologia, a filosofia e a teologia. Desta forma a teoria da evolução biológica merecerá uma atenta analise, tanto do ponto de vista científico como de uma perspectiva filosófica e teológica, num debate tanto quanto possível isento de preconceitos  ideológicos.


 


Fonte: Agência Ecclesia

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por João Távora às 19:24

Sábado, 28.02.09

Os novos fariseísmos

Parece-me que a Ana cai aqui num inocente equívoco, confunde os “princípios” com a subjectividade da acção concreta e relacional: a Igreja de Cristo deverá ser absolutamente determinada quanto aos princípios e só assim faz sentido como religião como absoluto que “religa, e confere sentido” sob o risco de o deixar de ser. Já no âmbito do concreto, das pessoas e das suas atitudes nas suas circunstâncias, a tolerância (caridade, sim!) e o perdão são premente dever dessa Igreja (entendida como hierarquia e comunidade de cristãos), seguindo os ensinamentos de Cristo que se fez crucificar ao lado de dois ladrões (chame-lhes mulher adultera, carrascos nazis, comunistas, pedófilos, o que quiser), a quem, mediante o arrependimento sincero lhes concedeu a remissão dos seus pecados “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”. Esta é a grande revolução cristã, ainda hoje mal compreendida.

De resto não nos podemos deixar iludir pelo fariseísmo dominante como tão bem refere aqui o João Miranda: o valor que as pessoas atribuem à Liberdade de Expressão não se mede pela tolerância em relação a ideias populares. Mede-se pela tolerância em relação a ideias impopulares. Recentemente, um bispo foi expulso da Argentina por negar o Holocausto. Ninguém protestou. Eu por mim convivo conformado e quotidianamente com maoistas e estalinistas, que até têm representação politica em diversos órgãos de soberania nacionais.

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por João Távora às 15:51

Sexta-feira, 27.02.09

O perdão a história e o erro

Independentemente do que me parece ser a intransigência dos ofendidos, considero  louvável o pedido de perdão do bispo Richard Williamson, por ter negado o Holocausto. Afinal os cristãos não se distinguem por qualquer dom especial de inocência, mas pela pressuposta exigência de arrependimento e regeneração face ao erro.


“Para todas as almas que ficaram verdadeiramente escandalizadas com o que eu disse, diante de Deus, peço perdão” declarou o bispo numa carta, escrita ao Vaticano. Nela, Richard Williamson afirma que “o Papa e o meu Superior, D. Bernard Fellay, solicitaram que eu reconsidere as observações que fiz na televisão sueca há quatro meses atrás, pois suas consequências têm sido muito pesadas”.


Segundo explica, “observando essas consequências, posso verdadeiramente dizer que lamento ter feito essas observações, e que se eu soubesse de antemão o dano e dor a que elas dariam origem, especialmente para a Igreja, mas também para os sobreviventes e parentes das vítimas da injustiça sob o Terceiro Reich, eu não as teria feito”.


De resto, exigir-se que a Igreja Católica, uma instituição global, milenar, eminentemente orgânica e plural, reflicta uma imagem unívoca à maneira dum partido político gerido por uma agência de comunicação, é um equívoco tremendo, só possível por má fé ou ignorância potenciada pela ditadura do sound bite, ou da "informação chiclete".


 

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por João Távora às 11:54

Domingo, 18.01.09

Ser cristão


Ao cabo de quarenta e tal anos, ser cristão (ser dos de Cristo) não é para mim um dado adquirido; é um desafio, é um caminho. Ao qual retorno obstinadamente, instigado pela procura de verdade, em demanda de redenção. No fundo, volto sempre a Jesus Cristo, com o qual “o mundo”, corrupto e precário, recupera unidade, reforça o sentido.

 

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por João Távora às 13:56

Quarta-feira, 14.01.09

D. José Policarpo

Vai para aí um chinfrim danado à volta das declarações de D. José Policarpo ontem à noite numa tertúlia na Figueira da Foz. Tudo isso porque o Cardeal Patriarca, politicamente incorrecto, terá alertado os jovens presentes para as trágicas dificuldades de conciliação dum casamento entre um cristão e um muçulmano. Insinuado pela comunicação social como um discurso intolerante, parece-me que o Cardeal patriarca foi sensato naquilo que disse: a sua mensagem dirigia-se aos cristãos, no entendimento do casamento como uma opção responsável e consequente. E porque viver a religião não é o mesmo do que pertencer a um clube de futebol: ser cristão pode ser  muito mais do que uma tradição, pode constituir uma adesão profunda e estruturante da pessoa. Assim sendo, não me parece difícil adivinhar o sarilho que tal casamento significaria para os que vivem a pratica religiosa num esforço de coerência - de um lado ou do outro. De resto, nem quero aprofundar as presumíveis dificuldades de integração pelo casamento dum cristão na religião/cultura muçulmana, para mais se for mulher.


A indispensável tolerância e diálogo inter-religioso não pode significar a diluição de convicções ou princípios. Como o do livre arbítrio, um dos pilares básicos do cristianismo, inspirador da civilização europeia. 

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por João Távora às 11:37

Sábado, 26.04.08

Devoção e água benta...

Passou ontem o trigésimo quarto dia de S. Vinticincodabril. As cerimónias e celebrações, como habitualmente, realizaram-se nos salões e templos do regime, onde foram entoados diversos cânticos revolucionários do século passado. As habituais homilias solenes foram proclamadas de norte a sul do país.  Os tempos e as santas realizações da revolução foram recordadas entre lágrimas e suspiros nostálgicos dos mais devotos “democratas”.

A prédica mais esperada foi proclamada no hemiciclo de S. Bento pelo Sr. Presidente, que com as suas extraordinárias revelações e sábias advertências não desmereceu as expectativas do público. Depois disto, a crédula pátria não será mais a mesma, pelo menos a contar de segunda-feira que é quando começa mais uma espinhosa semana de trabalho.

As costumeiras procissões e desfiles saíram à rua, mas nota-se-lhes hoje menos brilho do que outrora, nos tempos áureos da função. Os consagrados também já foram mais, mas no cortejo da avenida as suas preces e ladainhas continuam a fazer-se ouvir alto e bom som. Os mais crentes ainda clamam pela promessa do socialismo, a derradeira redenção do povo verdadeiramente unido.

Por esta altura, os pregadores regimentais propagandeiam as suas profissões de fé sobre a insofismável felicidade popular conquistada às trevas da opressão pela revolução dos cravos. Nas escolas e liceus, os mestres da história regimental aproveitam o ensejo de conversão: papagueiam uma tabuada de lugares comuns de uma história maniqueísta e instrumental com as suas ignorantes criancinhas.

Os media uma vez mais deram reverente testemunho destas celebrações e solenidades. Para uma plateia tão catequizada como acrítica que afinal tirou o dia para ir passear...

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por João Távora às 23:28

Domingo, 17.02.08

Domingo - 2º da Quaresma

Evangelho segundo São Mateus 17, 1-9

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e levou-os, em particular, a um alto monte e transfigurou-Se diante deles: o seu rosto ficou resplandecente como o sol e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E apareceram Moisés e Elias a falar com Ele.
Pedro disse a Jesus: «Senhor, como é bom estarmos aqui! Se quiseres, farei aqui três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Ainda ele falava, quando uma nuvem luminosa os cobriu com a sua sombra e da nuvem uma voz dizia: «Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência. Escutai-O». Ao ouvirem estas palavras, os discípulos caíram de rosto por terra e assustaram-se muito. Então Jesus aproximou-Se e, tocando-os, disse: «Levantai-vos e não temais». Erguendo os olhos, eles não viram mais ninguém, senão Jesus. Ao descerem do monte, Jesus deu-lhes esta ordem: «Não conteis a ninguém esta visão, até o Filho do homem ressuscitar dos mortos».

Da Bíblia Sagrada

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por João Távora às 12:35

Domingo, 10.02.08

Domingo - 1º da Quaresma

(1º Aniversário)
Evangelho segundo São Mateus 4, 1-11

Naquele tempo, Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto, a fim de ser tentado pelo Diabo. Jejuou quarenta dias e quarenta noites e, por fim, teve fome. O tentador aproximou-se e disse-lhe: «Se és Filho de Deus, diz a estas pedras que se transformem em pães». Jesus respondeu-lhe: «Está escrito: ‘Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus’». Então o Diabo conduziu-O à cidade santa, levou-O ao pináculo do templo e disse-Lhe: «Se és Filho de Deus, lança-Te daqui abaixo, pois está escrito: ‘Deus mandará aos seus Anjos que te recebam nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra’». Respondeu-lhe Jesus: «Também está escrito: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus’». De novo o Diabo O levou consigo a um monte muito alto, mostrou-Lhe todos os reinos do mundo e a sua glória, e disse-Lhe: «Tudo isto Te darei, se, prostrado, me adorares». Respondeu-lhe Jesus: «Vai-te, Satanás, porque está escrito: ‘Adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele prestarás culto’». Então o Diabo deixou-O e aproximaram-se os Anjos e serviram-n'O.


Da Bíblia Sagrada

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por João Távora às 01:00

Domingo, 03.02.08

Domingo

Evangelho segundo São Mateus 5, 1-12a

Naquele tempo, ao ver as multidões, Jesus subiu ao monte e sentou-Se. Rodearam-n’O os discípulos e Ele começou a ensiná-los, dizendo: «Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos Céus. Bem-aventurados os humildes, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o reino dos Céus. Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos insultarem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós. Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa».

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por João Távora às 12:08




Sobre o autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.


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