Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

João Távora

25.Jan.23

O palco da Jornada Mundial da Juventude

João Távora
Há mais de quatro anos, quando foi decidido, que venho seguindo com alguma atenção as notícias da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) que decorrerá em Lisboa no início de Agosto e que reunirá mais de um milhão de jovens de todo o Mundo na cidade e concelhos limítrofes. Que ninguém se iluda, nunca nada de semelhante aconteceu em Portugal – trata-se de um evento absolutamente excepcional, o maior à escala planetária que, a par da visibilidade que promove da mensagem cristã, (...)
10.Jan.23

O hino nacional e a necessidade dos símbolos

João Távora
É um assunto recorrente, à falta de melhor, alguma personalidade pública vir à praça pôr em causa os símbolos nacionais. Desta vez foi o cantor luso-cabo-verdiano Dino D’Santiago que, numa certamente bem frequentada conferência por causa dos 50 anos do Expresso, contestou o hino nacional português que reclama ser demasiado bélico. O tema, que em tempos tinha sido levantado com a mesma sofisticação teórica pelo maestro Vitorino de Almeida, pegou como fogo em palha seca nas (...)
06.Jan.23

Porque a vida não é só contrariedades...

João Távora
Aqui partilho o primeiro single de Peter Gabriel em vinte anos, a primeira peça do álbum que aí vem, cujos temas serão divulgados a cada Lua Cheia, segundo anunciou o músico. O tema "Panopticom" foi publicado há poucas horas nas plataformas de streaming. Acompanhado pelos seus músicos de sempre, Tony Levin, David Rhodes e Manu Katché e a assombrosa sonoridade electrónica de Bran Eno, Peter Gabriel (...)
24.Dez.22

Natal, o mais importante legado

João Távora
Natividade na Maestà de Duccio, século XIII O que é que se terá passado de tão espantoso há cerca de dois mil e vinte anos no Médio Oriente ali para os lados da Palestina, que nos continua a emocionar, que persistimos celebrar e chamar Natal? O nascimento de Jesus Cristo, que não foi apenas o princípio duma religião universal, mas, estou em crer, a inspiração para os maiores prodígios civilizacionais que se sucederam a seguir no Ocidente. Hoje queria falar do Natal (...)
09.Dez.22

Entre as brumas da memória

João Távora
Sendo a nossa vida terrena, mais do que limitada pelo tempo, limitada pelas memórias que guardamos depois de adquirirmos consciência, estou convencido de que a existência de cada um ganha um alcance temporal superior se adicionarmos à razão outros sentidos como o da intuição. Onde eu quero chegar com este raciocínio extravagante? Quero dizer-vos que, se formos dotados com curiosidade suficiente e tivermos convivido com intimidade com pessoas mais velhas que nós, conhecido de (...)
08.Dez.22

Viva Portugal

João Távora
Aos mesquinhos pequeno-burgueses mestres da má-lingua e do azedume: se formos justos, o rasto de civilização pelo mundo afora deixado na história por Portugal vale bem mais que o novos-riquismo de muitos chocolates e relógios suíços - os alienados são vocês. Sábado é para ganhar aos infiéis, que teremos meia portugalidade, das Índias aos brasis, de olhos postos nesse jogo de futebol. 
24.Nov.22

Disclaimer

João Távora
Como prova de que sou um bom português (não gosto muito do termo "cidadão", que me lembro logo da guilhotina francesa) começo por fazer um aviso prévio: por minha vontade não existiriam autocracias nem ditaduras, regimes que por principio deploro, todos os países do mundo seriam culturalmente tolerantes e democráticos, lastimo o preconceito racial e a exploração do homem pelo homem, nomeadamente imigrantes, a desigualdade de género, o tráfico humano, detesto a estigmatização (...)
21.Nov.22

Qatar 2022

João Távora
O futebol é importante nas nossas vidas, porque entre outras coisas, ajuda a juntar pessoas de diferentes sensibilidades, nacionalidades, origens culturais. Juntar é sempre melhor do que dividir. A "pátria" de cada um terá sempre diferentes nuances e cumplicidades: familiares, políticas, históricas e estéticas - porque é que haveremos de estar sempre a querer afirmar a nossa originalidade "pessoal"? Essa experiência de unidade (na bancada de um estádio) é fascinante, mesmo com a (...)