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João Távora

História de algibeira (31)


 



D. Manuel II, exilado na Grã Bretanha, tomou residência em Richmond onde conquistou facilmente a simpatia da comunidade local. Um dos seus confessos admiradores e amigo veio a ser Winston Churchill, à época ministro do interior de David Lloyd George. Churchill, impressionado pelo jovem rei português, ainda exerceu pressões junto do ministro dos negócios estrangeiros Edward Gray para o não reconhecimento do governo revolucionário de Lisboa.


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A não perder no Canal História Segunda-feira 25 de Fevereiro às 21:00h:

D. Manuel II, 35º Rei de Portugal

No bom caminho


O Sporting ganhou ontem ao Basileia com uns contundentes três a zero, e passou aos oitavos de final da Taça UEFA. O factor mais positivo a retirar desta vitória aos medíocres helvécios foi a reconfirmação do valor de Pereirinha, que desta vez substituiu a estrela e goleador de serviço da equipa esta temporada: Simon Vukcevic. Foi de tal forma que o júnior seguiu-lhe bem o exemplo até marcou um golo, o primeiro da partida. E que jogatana boa fizeram o João Moutinho e o Liedson (a ganhar espaços ao lado de Tiui).

Desta forma Paulo Bento vê a sua equipa recuperar confiança e quem sabe, volta a poder sonhar com alguma glória que salve esta malbaratada época.

Inveja, é o que é!

O assunto de que fala o João Villalobos aqui em baixo, a nossa famigerada e "antropológica tristeza" (o que quer isso queira dizer), o propalado "cinzentismo tuga", cá para mim é uma grandessíssima balela explorada a seu tempo por cada partido que esteja na oposição. Antes é uma empírica  especulação tantas vezes repetida que passamos todos a aceitar como um facto consumado. 

Muitas vezes, em viagem, tenho procurado nas facies bárbaras um sorriso mais ou menos discreto que revele a tal alegria de viver característica de todos os povos que nos circundam (menos os naturais das Ilhas Caimão, segundo consta). Nada, népia, néribit. Tudo gente trombuda, ensimesmada, pelo menos nas cidades e aeroportos por onde normalmente ando. Por exemplo, em Essen ou Frankfurt, e conhecendo eu o PIB per capita daquela gente, custa-me a entender os seus olhares gelados, aquelas caras circunspectas. Em Londres, onde se cruzam povos de todo o mundo a trabalhar que nem bestas, a pose é semelhante à nossa, igual à das gentes de qualquer metrópole europeia. Exceptuando os muy britânicos machos, com aquele impensável anel no dedo mindinho, ou uma inconcebível gravata do Noddy, lá vão eles, no metro ou pela rua fora, todos empertigados “não me toques que desafino”. Lá vão eles, de língua mordida ao canto da boca, a trocar mensagens de telemóvel, com os fones nas orelhas, ou escondidos atrás dum conveniente jornal gratuito com uma fotografia da Maddie na capa. Que felicidade extra transparecem todos eles em relação aos portugueses? NE-NHU-MA. As razões até podem ser duas: além de serem quase todos uns macambúzios  protestantes, a maior parte das vezes são também uns frustrados sexuais. Falta-lhes o nosso jeito para a brincadeira.

Recentremos então a questão da pretensa mágoa lusitana: acredito que o que obscurece o tíbio sorriso indígena não é o nosso comprovado excesso de actividade libidinosa, mas outra coisa. É a simples suspeita, que perpassa amiúde na mente do português, de que o parceiro do lado pode ser mais feliz do que ele próprio.

João Lancastre e Távora

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 ... nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Actualmente Presidente da direcção Real Associação de Lisboa, a maior estrutura regional da Causa Real, vem participando em diversos projectos de intervenção e comunicação política, escrevendo com regularidade em vários blogs e jornais. 

 

Saiba mais, aqui.

Quinta-feira europeia

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Sempre que o Sporting joga na Europa e a vida mo permite, lá em casa alteram-se as rotinas familiares: não se janta à mesa e encomendam-se umas pizzas e uns refrigerantes para quem quiser acompanhar o desafio. Assim, é por pura gulodice que até os miúdos se alegram com o acontecimento “desportivo”.


Para mim, confesso alienado da bola, a adrenalina do jogo torna a ementa indiferente, só espero é que a rapaziada se esfalfe em campo e arreie nos bárbaros helvéticos, e conforte o meu coração leonino, este ano tão maltratado.

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Basileia - Sporting, hoje às 20.00s na SIC

Escrita com H grande

O Eduardo Pitta que me perdoe mas eu pensava-o com mais estaleca para a contenda blogosférica do aquela que demonstrou, qual virgem ofendida, aqui nestes comentários. Que me perdoe o Eduardo Pitta (pessoa que tenho como estimável), mas eu não distingo a qualidade dos seus mimos e os do nosso Francisco Almeida Leite. Olhe: para mim que tenho a mania de dizer coisas, dar opiniões, esgrimir paixões, já me chamaram tudo e mais um par de botas. E encontro-me de boa saúde graças a Deus. Acontece; quem vai à guerra dá e leva, não deveria chegar a meio e amuar, sair ofendido feito coitadinho.
Agora, caro Eduardo, o que eu não tolero mesmo é gente cobarde que não dá a cara pelas suas patacoadas. Quem tem a coragem de dar opiniões ou fazer comentários sobre pessoas ou ideias, deve ser suficientemente homenzinho para as assumir com total transparência e frontalidade. Como fazem as pessoas crescidas, responsáveis pelos seus actos e com a fruta no lugar, como é o caso do FAL. As pessoas integras dão a cara até às ultimas consequências, mesmo que se arrisquem a umas valentes “bengaladas”, à moda antiga. Essas são as qualidades dos homens com H grande, o que manifestamente não me parece ser o caso do Sr. Miguel Abrantes.