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João Távora

Vinte e cinco

 

Não podemos esquecer que nos dias seguintes à revolução dos cravos iniciou-se uma encarniçada luta pela Liberdade, que teve o seu auge a 25 de Novembro de 1975, mas que ainda hoje perdura, e perdurará enquanto imperar nas sombras e às claras uma casta omnipotente que se considera herdeira duma superioridade moral em relação aos demais. O sequestro da Direita, ainda hoje envergonhada da sua natureza e ideias. 

Ao cabo de trinta e oito anos deveria ser uma evidência que o socialismo, nas suas várias adaptações e intensidades, não é a única receita para a resolução dos problemas dos portugueses. De resto, aprender a conviver de igual para igual com os que pensam de maneira diferente é, neste País ainda hoje, uma longínqua meta civilizacional, o “25 de Abril” que nos falta cumprir e que acredito um dia nos redimirá.