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João Távora

Se fosse hoje esta canção hoje não passava

Vejam lá vocelências "activistas" como o amor romântico rebaixa as mulheres!!! 




Si petite


Je suis venue un beau jour, dans ta vie
Tout simplement
Et tu fis naître en mon âme ravie
L'enchantement
Ce que tu veux, je le fais, sans contrainte
Sans murmurer
Car je ne puis, toujours, sous ton étreinte
Que t'adorer!

 

Je me sens, dans tes bras, si petite
Si petite, auprès de toi
Que tu peux, quand mon coeur bat trop vite
Le briser entre tes doigts
Quand tu vois qu'une peine m'agite
Tu me berces, doucement
Je me fais, dans tes bras, si petite
Si petite
Ô mon amant!


J'ai beau savoir, mon trésor, que tu m'aimes
De tout ton coeur
Il est des soirs où je doute quand même
Où j'ai bien peur
Je crains toujours qu'un autre amour t'emporte
Et sans tarder
Je me dis tout bas: ?Serai-je assez forte
Pour te garder?

 

 Pierre Boyer

Amnésia colectiva

 

A “memória colectiva” é um peculiar conceito alimentado pelas oligarquias do regime com a tralha politicamente correcta e a espuma dos dias que anima os vencedores na sua mesquinha luta pelo poder. Curiosamente nessa “memória selectiva” os heróis e os símbolos são escolhidos criteriosamente de um cardápio ideológico com o horizonte máximo de três ou quatro gerações. Acontece que, para grande contrariedade dos “nossos senhores” não existe uma coisa dessas de “memória colectiva”; resultando os seus porfiados esforços num fenómeno de “amnésia colectiva”, um assunto afinal com que ninguém se preocupa porque, mesmo atreitos ao entretenimento e à fancaria o mais das vezes se vive apoquentado com o pão e o vinho à mesa.

No próximo dia 1 de Dezembro o calendário assinala pela última vez como Feriado Nacional o Dia da Restauração Independência, assunto que na verdade a poucos comove e cuja exumação acontecerá com o recato que inevitavelmente um Sábado impõe a uma data festiva há muitos anos ameaçada pela indiferença dum regime apátrida e sem memória. Uma terrível parábola que nos deveria afligir a todos se é que, sem darmos conta não estaremos já em profundo estertor como Nação.

 

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