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João Távora

Declaração de voto

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Se as funções institucionais que exerço como monárquico obrigaram-me nos últimos anos a alguma parcimónia na participação e defesa pública das minhas convicções ideológicas e partidárias, tal não me impede nesta data de assumir o meu voto conservador e liberal no CDS de Assunção Cristas, uma pessoa que “lato sensu” reflecte a minha forma de ver o mundo – a política é a arte do possível. Estou convicto de que é quando os desafios parecem mais difíceis e as perspectivas mais pessimistas que é preciso afirmar as convicções de peito feito. De resto quero estar de consciência tranquila quando assuntos como a liberdade de ensino, a desestatização da economia ou a defesa da família; a eutanásia ou a prorrogação dos prazos para o aborto forem a votos no parlamento. Um país sem um partido conservador moderado e liberal forte é sinal de um país atrasado. Agora o que eu sei é que Domingo há que votar no CDS, que até ao lavar dos cestos é vindima e as contas fazem-se no fim.

Na fotografia - Filipe Anacoreta Correia, nº 1 da lista por Viana do Castelo com Assunção Cristas

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