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João Távora

São caracóis, são caracolitos, são os espanhóis, são os espanholitos!


Enquanto o novel treinador Quique Flores (isto é nome de gente?) opera uma “limpeza de balneário” sem precedentes no Benfica e enche a equipa de jogadores "espanhóis" do meio da tabela (Aimar por exemplo ajudou a enterrar o Saragoça na segunda divisão espanhola), os  lampiões vibram diariamente com as manchetes dos jornais desportivos e acorrem aos milhares ao campo de treinos do Seixal para assistirem aos treinos numa sofrega euforia. A mim que gosto de futebol, mesmo com a bonomia causada por quase três semanas de férias, custa-me a entender que gente sã tire um dia da sua vida para assistir com a família a um simples treino de futebol. Pelo que pude constatar na televisão o ambiente é aquele que acompanha os grandes jogos, só o que não há mesmo é jogo: o Rui Costa compõe os óculos escuros, um bruá irrompe das bancadas; o Reyes chuta na bola, o publico aplaude em delírio, Luis Garcia cospe uma escarreta e é aplaudido de pé... enfim, o assunto dava uma crónica.


Eu que nunca quis nada com o vermelho e que fui educado a desconfiar dos espanhóis, acho tudo isto um guião burlesco com um final previsível... lá para o Natal. Pode ser que "nuestros hermanos", depois de terem invadido e depauperado o clube da Luz o levem para rifar em Espanha... Não se perdia tudo!

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