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João Távora

Uma última fita

É com alguma consternação que escrevo estas palavras. Ao cabo de dois anos e meio de “militância” no Corta-fitas vejo-me na contingência da minha despedida. Responsável principal pelo recrutamento do Paulo Cunha Porto para “esta casa”, vi-me ultimamente envolvido numa sucessão de absurdos e mal entendidos que me incompatibilizam com este projecto. Não por causa de qualquer “facção” mas antes por respeito comigo próprio.


Saio com amargura porque desde o princípio me envolvi muito nisto tudo – só por isso. De resto, espero sinceramente que o Corta-fitas ultrapasse esta pequena crise. Acho que para que tal aconteça terá que recuperar depressa os valores com os quais cresceu: tolerância, abnegação e espontaneidade.

Resta-me agradecer sinceramente a todos, leitores e “colegas de blog” os gratificantes momentos que gozei nesta aventura. Até sempre.