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João Távora

Estranhos tempos

A minha mulher foi ontem chamada à pressa ao colégio porque o nosso petiz de dois anos estava (pela enésima vez na sua curta existência) com febre e tosse. Foi encontrá-lo na “sala de isolamento” acompanhado por uma auxiliar de máscara na cara. Este cenário parece-me no mínimo cómico, oriundo dum local, um colégio infantil, que por natureza é um foco das mais variadas moléstias que frequentemente os bebés contagiam uns aos outros. Confesso que a mim parecem-me estranhas estas “distracções”, com que anafadamente nos alimentamos nos dias de hoje.