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João Távora

No Carnaval ninguém leva a mal, mas convém não abusar!


 


A paupérrima tradição carnavalesca nacional - meia dúzia de desfiles pindéricos e umas quantas criancinhas envergonhadas a fingir de personagens da TV e da cassete pirata - foi este ano abrilhantada pelo ministério público em Torres Vedras e pela PSP em Braga, duas impolutas instituições da republica com jeito para a paródia. 

E quem não podia faltar à festa era a impagável Fernanda Câncio, veneranda autoridade nestas questões da moral dos bons costumes. Chegou atrasada, mas escreveu aqui tudo o que desejávamos saber sobre sei lá, arte e explicitação da “sexualidade” (o que quer que isso signifique) e não tivemos coragem de perguntar aos nossos pais. Enfim, uma carnavalesca divagação sobre os assuntos que só a sofisticada jornalista realmente percebe.

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