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João Távora

Les jeux sont faits

Como factos consumados que são, esta será a primeira e última vez que criticarei as escolhas dos  protagonistas do PSD e do CDS para o parlamento Europeu, pois manda o bom senso que, quanto antes, a direita concentre a artilharia na disputa dos resultados eleitorais com o Avô Cantigas e os outros radicais de esquerda.

Quanto ao cabeça de lista do PSD, o sempre afogueado Paulo Rangel: longe das intrigas que palpitam no reino laranja, a escolha surpreendeu-me negativamente. Para lá do seu valor intrínseco, o candidato anunciado é inegavelmente uma figura de segunda linha com uma imagem muito difícil “de vender”. Muito trabalho terá que ser feito em prol da sua fotogenia, para disfarçar o seu aspecto mal amanhado e pré-apopléctico.

Quanto ao CDS, e sem contestar o grande “potencial bélico” dos três primeiros nomes da lista, Nuno Melo, Teresa Caeiro e Diogo Feio, muito lamento o facto e a forma infame como o partido se descartou de Ribeiro e Castro, indiscutivelmente um quadro indispensável.

As apostas estão feitas, vamos ver no que isto dá.

 

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