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João Távora

Sobre distribuição de preservativos nas escolas


Com a cumplicidade entre sindicatos dos professores e os sucessivos governos da III república, o ensino público degradou-se a tal ponto que hoje pouco mais é do que um mito. A sua rede de escolas tornou-se num gigantesco depósito de jovens ociosos e um asilo de marginais, em que o saber e a formação do carácter são disciplinas acessórias. Neste contexto, entende-se perfeitamente o esmero de alguns, que em tempos foi de retirar das escolas os símbolos cristãos e que, actualmente, é o de aí se proceder à distribuição de preservativos. Suspeito que os próximos passos passarão pela substituição dos professores por psicólogos e dos contínuos por enfermeiros - todos eles sob a orientação dum zeloso psiquiatra. 

Enquanto isso, é hoje uma desgraça para qualquer pai responsável não possuir recursos para pagar um colégio privado e livrar os seus filhos dum medíocre, se não desgraçado, destino.

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