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João Távora

26.Ago.13

O império do fonógrafo

João Távora
  Os fonógrafos popularizaram-se muito no final do Século XIX: eram bastante funcionais e, além de muito competentes na reprodução, eram vendidos com um kit para gravação coisa que tornava o objecto muito mais completo e interessante do que os gramofones, ainda algo toscos. Concebidos numa cera castanha bastante frágil em que o registo se degradava em pouco mais de dez audições, originalmente os cilindros tinham de ser gravados, cada um deles, ao vivo. Posteriormente (...)
21.Ago.13

Zon-O-Phone

João Távora
Surgida ainda no final do século XIX de uma cisão na equipa de Emile Berliner que então laborava arduamente nos melhoramentos técnicos do gramofone e do disco, a "Zon-o-Phone" é uma marca fundada pelo vendedor de máquinas de escrever Frank Seaman. No fundo trata-se de um dos primeiros rótulos discográficos a surgir no mercado e a competir com o cilindro de cera de Edison. Aqui vos deixo em primeira mão a reprodução dum disco de 1903 “Bonnie Sweet Bessie” (ainda com 7 (...)
12.Ago.13

Os cilindros Sterling

João Távora
  Foi quando expirou a patente de Thomas Edison dos seus cilindros gravados em 1904 que Louis Sterling lançou em Inglaterra uma nova produtora de nome "Sterling Record Company". Ao fim de 22 semanas de operação as vendas atingiam um milhão de cópias vendidas, sucesso atribuído à qualidade do som obtido através duma solução de cera prensada muito suave que (quase) (...)
05.Ago.13

Monólogos e declamações

João Távora
  Com o advento da gravação sonora também se popularizaram os monólogos e declamações. Aqui está num cilindro de Edisson o poema “Premier sourire du Printemps” do consagrado poeta escritor francês Theophile Gautier.
12.Jun.13

Canção Nova

João Távora
Uma "Canção Nova" de 1923 é uma contradição de termos... esta é interpretada por uma esquecida cantora portuguesa chamada Marimélia (no entanto com reportório considerável na editora mericana Brunswick), pertence à revista Lua Nova, de Ernesto Rodrigues, F. Bermudes, João Bastos, Henrique Roldão e Alves Coelho. 
06.Jun.13

Le Temps des Cerises

João Távora
"Le Temps des Cerises" é uma canção de 1866 letra de Jean-Baptiste Clément, e música de Antoine Renard muito associada à Comuna de Paris de 1871. Este é um cilindro de cera de Edison  muito deteriorado (ouve-se melhor a partir do meio para o fim) produzido em França entre 1901 e 1905.