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João Távora

25.Abr.09

Estamos à espera de quê?

João Távora
As revoluções são como as guerras: fazem mal aos países, são uma violência contra a  História e dificilmente mudam mentalidades e instituições. As revoluções destroem coisas boas e más indiscriminadamente, produzem muitas vitimas para poucos resultados. As revoluções exigem demasiado esforço em reconstrução. Numa nação verdadeiramente civilizada e livre, o sistema regenera-se por dentro, pela força da vontade e mérito das pessoas. Em Portugal falta qualidade à (...)
24.Abr.09

Portugal pequenino

João Távora
Trinta e cinco anos após o 25 de Abril Portugal é uma partidocracia decadente, um país em profunda crise moral, económica e social. Com o debate político amestrado pela agenda politicamente correcta o regime mostra-se incapaz de se regenerar. Claro que há alguns inconformados que apostam em projectos cívicos alternativos, numa luta desigual contra o poderoso centrão dos interesses.  É o caso de Laurinda Alves, candidata ao (...)
03.Mar.09

Mensagem de D. Duarte de Bragança ao País

João Távora
Aqui publicamos a mensagem de D. Duarte de Bragança, chefe da Casa Real Portuguesa e presidente de honra do Instituto da Democracia Portuguesa, proferida hoje, por ocasião do encerramento do I Congresso Marquês Sá da Bandeira em Lisboa:   PERGUNTAS À DEMOCRACIA D. Duarte de Bragança   Tem vindo a crescer em Portugal um sentimento de insegurança quanto ao futuro, sentimento avolumado por uma crise (...)
26.Jan.09

Portugal em questão

João Távora
Para gáudio de muitos o circo da política chegou aos píncaros no fim-de-semana que passou, com José Sócrates a fritar em fogo lento sob o crepitar das informações sobre o caso Freeport. Não fora o estado caótico do regime, que potencia estes fenómenos de suspeitas e de escândalos cirúrgicos, conjugado com uma crise económica de consequências incalculáveis, o caso até podia ser interessante, para quem como eu não gosta da matriz ideológica do governo. O problema é que (...)
17.Dez.08

O outro advento

João Távora
Parece-me estranho que perante os mais que previsíveis resultados das directas do CDS apareçam agora alguns inconsoláveis militantes deitando a toalha ao chão. A  grave conjuntura histórica que atravessamos e a violenta revolução orgânica que se adivinha com funestos danos colaterais, tem que ser tomada como uma oportunidade, o emergir de novas prioridades, de novos horizontes. Neste contexto, com a tendência de fulanização do CDS, em vias de se transformar numa empresa de (...)