Da vacuidade
Coisa linda da pós-modernidade é sermos imensa coisa e nada “como cidadãos” que é mais ou menos o âmbito administrativo do conceito de Pessoa Humana: ele é o consumidor “como cidadão”, o utente “como cidadão”, o leitor “como cidadão”, o contribuinte "como cidadão"... etc. Pela minha parte, como criatura de Deus vos digo que não há mais saco para “o cidadão”.