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João Távora

Escolas

Acho a opção de interrupção cabal das aulas por duas semanas antecipando férias (mais) um grave erro de cálculo do governo. Como demonstram os números no resto da Europa o confinamento não vai baixar muito os números de infecções - o inverno é o tempo delas - pelo que tenderá a ser de duração indefinida. Desconfio que o Estado não tenha o ensino público preparado para as aulas virtuais e que não queira ser comparado com o privado com esse sistema já muito oleado. Precisa ganhar tempo. Já as vitimas serão sempre os alunos mais desfavorecidos... pelo socialismo também.