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João Távora

Fartinho disto tudo

Nunca mais saímos disto à conta da paranóia colectiva que dominou os europeus que votam e que mandam. O medo e o distanciamento social (segregação) são a coisa mais contrária ao cristianismo.

E para lá das inúmeras directivas estapafúrdias que a DGS nos impinge como salvação, como se todos fossemos parvos, alguém me sabe explicar a vantagem dessa ideia peregrina de vacinar as crianças pequenas se elas nunca sofrem de sintomas graves? É que os "especialistas" todos os dias justificam-se que as vacinas não impedem o contágio, apenas a doença grave, fenómeno que não acontece com as crianças. Portanto as crianças apesar de vacinadas continuarão a ser transmissoras do vírus. Um capricho inútil dos hipocondríacos de que estamos reféns. 

Amestrados, nem damos conta que a cada dia neste delírio adia-se a urgente retoma económica, a batalha da produtividade, para mais num país tão dependente dos negócios do turismo, com a TAP ligada à máquina dos nossos impostos a cancelar viagens e voos. Enquanto a metade do País (e da Europa em geral) vive bem com o teletrabalho e com rendimentos garantidos à noite no sofá se entretém com o jogo do número de infecções e com o alarme dos "especialistas". O medo é um vício caro, mas pode ser excitante.

Ninguém se revolta ou vamos ter de esperar pela austeridade?