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João Távora

Havemo-nos de reencontrar, Vasco

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Foi há pouco mais de 10 anos que o Duarte Calvão me apresentou o Vasco Mina, como “um católico politicamente activo dentro do PSD – vais gostar”. De seguida, integrado no Corta-fitas, aproximámo-nos – tínhamos muitas cumplicidades. Descobri o casal Mina nas Equipas de Casais de Nossa Senhora, e fui acompanhando as aflições do Vasco, por causa da doença, por causa do trabalho e por causa do Corta-fitas, que lamentava não colaborar mais. Fundador dos Leigos para o Desenvolvimento com o Pe. António Vaz Pinto (que partiu para junto do Criador uns dias antes), o Vasco nunca prescindiu de lutar pela vida plena. Como pai, como marido, como profissional, como sujeito activo na vida da sua Igreja e do seu país. Foi por uma unha negra que não o converti à causa monárquica – uma trivialidade dada as circunstâncias. Nos últimos meses acompanhei com apreensão as notícias que o Vasco ia mandando, dedicado que estava a combater a sua doença. Umas vezes com mais animo, outras bastante desconsolado. Na minha casa, em que se reza com regularidade, muitas foram as orações pela sua recuperação, pelo seu conforto e consolação. Não terão sido em vão, creio.

O Vasco Mina era um bom homem, foi um bom amigo, e a esta hora estará junto a Deus Pai a torcer por nós. Havemo-nos de nos reencontrar.

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