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João Távora



Segunda-feira, 28.08.17

Liberdade de género

Na reportagem "O paradoxo da Igualdade" que aqui partilhei há dias, faz-se referência a um estudo que demonstra que nos países mais desenvolvidos e livres - como é o caso da Noruega, as mulheres assumem mais profissões e actividades tradicionalmente femininas (jardins de infância, hospitais lá, assistência social, etc.) do que em países como o Paquistão ou a Índia em que elas são condicionadas pela necessidade de sobrevivência. Afinal o Igualitarismo sucumbe perante a Liberdade de Escolha que confirma os estereótipos. Acontece que o género é essencialmente uma condição biológica, mais do que cultural - facto que não nos retira a responsabilidade de continuar a luta pelo que falta para uma plena igualdade de direitos entre homens e mulheres.

O que este episódio dos blocos de actividades da Porto Editora nos esfrega na cara é uma história velha que se repete e em que os actores são os mesmos: radicais que querem impor uma "igualdade" à conta da nossa liberdade. 

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por João Távora às 18:12



2 comentários

De Manuel Mendonça a 29.08.2017 às 12:06


Tinha felicitado o João pelo titulo bem Esgalhado de nós sermos de Vénus etc
mas por qualquer razão não seguiu
O rapaz Madoff, espécie de guru para troglodita da bolsa, tem mais debaixo da capa, além dos escudos protectores da teoria da conspiração e da barulheira pavorosa que os seus associados têm levantado em torno da Alt Right. E também do patético e confrangedor KKK, para efectuar o périplo um tanto gasto que passando pelo general Lee e Lindberg desagua inevitavelmente no Adolfo ein Litter, nos camos do único genocídio verdadeiramente próximo e arrepiante,... repetido até à post náusea, com o malandro de Guterres de Kipa a assistir a uma mise en cene ritual de peditório para um primeiro ministro Israelita internamente entalado. E o adorável Marcellus atento e venerador no museu grotesco do jogador de poker e diplomata relutante, que, com o mais absoluto dos desinteresses salvou tantas vítimas do cíclico anti. semitismo. em comunhão evangélica com a Ana FranKo. O Marcellus conhece a estória de ginjeira e a biografia antes e depois da sua desvelada re-escritura mas........................
Quem é de Marte são os iluminados dos Madoff que sabem que a confusão entre sexo e género, bem como a antinomia entre laicismo e chá ria servem os interesses do amanhã lustroso que destinam impor à récua de mabecos lobotomizados que vamos sendo sidos.
Mas este martelar obsessivo , frenético, nas mono-temáticas, já não indicia a execução perfeita de uma estratégia de engenharia social.
Cheira-me a medo!
MM

De alvaro a 12.09.2017 às 15:42

O tanas! Género é gramática! Em biologia ou é macho ou fêmea. O resto são elocubrações mais ou menos fantasiosas.

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Sobre o autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.


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