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João Távora

O fim da linha?

Curioso é como o PPM, o maior equívoco do movimento monárquico português (que se justificou no início do regime pela qualidade humana intelectual dos seus fundadores) pela primeira vez desde a sua fundação não irá concorrer a umas eleições legislativas sem ninguém dar pela falta. Isto é que é morrer de forma pacata - antes assim.

Talvez seja tempo dos partidos formarem nas suas estruturas núcleos monárquicos uma ideia que há muito defendo.