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João Távora

Por que sou monárquico

O historiador Rui Ramos neste artigo, para lá da perspicaz análise da conjuntura política no que concerne os interesses dos socialistas em face às eleições presidenciais, clarifica-se o potencial profundamente fracturante do nosso sistema de Chefia de Estado. Andamos há décadas a brincar com o fogo, que um dia arriscamos a ter todo o sistema (e o país) em ruptura institucional e política. Para tanto basta a conjugação dum parlamento e dum presidente errado na hora errada. Imaginem que só a bomba que teria sido se em 2011 tínhamos o azar de Manuel Alegre como presidente contra o resgate de Passos Coelho. Ou por estes dias um Ventura qualquer. 
Por estas (e por outras) razões é que sou monárquico.