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João Távora

Quatro notas curtas mas não desprezíveis

1) Não sou amigo do Vasco Rosa pelas suas capacidades de trabalho ou arcaboiço cultural e intelectual. Conhecemo-nos noutra dimensão do tempo em que nada disso era importante. Mas o que esta entrevista nos revela é muito mais que isso, é também o seu carácter independente e consequente coragem. Isso sim traços que me seduzem profundamente. Obrigado, Vasco!

2) Isto da epidemia tornou-se um assunto fracturante - não se deve falar do tema na sala de jantar sob o risco de azedar a refeição. Toca em sensibilidades profundas das pessoas - umas mais securitárias outras mais liberais (simplificando, evidentemente). E depois há o calor que exacerba os espíritos.

3) Uma bela reflexão de Paulo Maia Loureiro sobre o erro crasso de se basear decisões políticas em "bases científicas" sempre controversas e dinâmicas. Aqui

4) Uma das maiores provas do progresso da humanidade (tecnológico, que outro não se vislumbra) é a existência nos supermercados de pacotes de pevides descascadas a um preço razoável. Em miúdo eu tinha de esfolar os dedos para comer duas dúzias delas.