Recuperar o orgulho, mudar a sorte
“O caso dos Távoras, como se disse, era relativamente excepcional. Deve-se ter em conta que, pelo menos no início do séc. XVIII, se atribuía a essa linhagem e aos que dela descendiam uma identidade peculiar (consubstanciada numa singular altivez e espírito guerreiro), que não tinha paralelo com nenhuma outra família. Não era comum uma tão forte consciência da identidade e da pertença a uma linhagem. (…)”
In O crepúsculo dos grandes (1750 – 1832) pp 86 de Nuno Gonçalo Freitas Monteiro

