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João Távora

03.Dez.21

Fartinho disto tudo

João Távora
Nunca mais saímos disto à conta da paranóia colectiva que dominou os europeus que votam e que mandam. O medo e o distanciamento social (segregação) são a coisa mais contrária ao cristianismo. E para lá das inúmeras directivas estapafúrdias que a DGS nos impinge como salvação, como se todos fossemos parvos, alguém me sabe explicar a vantagem dessa ideia peregrina de vacinar as crianças pequenas se elas nunca sofrem de sintomas graves? É que os "especialistas" todos os dias (...)
24.Mai.21

Inoculado

João Távora
Já cá mora a primeira dose da vacina. Uma máquina de vacinar está montada aqui no pavilhão de S. Domingos de Rana - antes assim. Éramos centenas avançando disciplinadamente em várias filas, da mesma faixa etária, com paragens em diferentes salas, sempre com publicidade estática de grandes dimensões à Câmara Municipal de Cascais, até acabar na sala de recobro com 100 cadeiras viradas para um ecrã onde o Carlos Carreiras paternal nos discursa coisas ininteligíveis intercalado (...)
31.Mar.21

Páscoa em liberdade

João Távora
Aqui chegados parece-me evidente que, como aconteceu no ano passado à medida que o bom tempo e calor aumentava, o desconfinamento não está a resultar num aumento de infecções e que a proibição do governo de celebrarmos a Páscoa como pessoas livres resulta num acto de repressão gratuito e inútil - na Alemanha com o número de infectados a subir Angela Merkel viu-se obrigada a recuar nesse intento, que os alemães não são parvos. Tempo de vivermos na clandestinidade, que a vida (...)
14.Jan.21

Tempo de trevas

João Távora
Das regras de confinamento ontem decretadas pelo governo, a melhor das excepções é sem dúvida a liberdade dada aos nossos jovens e crianças de frequentarem os seus estabelecimentos de ensino. Parecia-me pouco realista e até bastante insalubre do ponto de vista mental fechá-los em casa, restringidos a aulas e contactos sociais virtuais em espaços confinados – é contra natura. Depois, há um equívoco que urge desmontar: as aulas virtuais são um potenciador das desigualdades, (...)
04.Dez.20

Vacinados?

João Távora
Não me deixam nada sossegado as reservas e até um mal disfarçado desconforto com que as nossas "autoridades" (desde logo Marcelo e Costa) vêm anunciando a tão ansiada campanha de vacinação. Ou é só porque conhecem bem a ineficácia da máquina administrativa do Estado e as limitações dos malabarismos comunicacionais (quando a vaga se levanta é da responsabilidade das pessoas que se portam mal, quando baixa é porque as medidas do governo funcionaram) o "faz de conta do (...)
24.Nov.20

Corda esticada

João Távora
Quem me conhece melhor sabe que para mim a celebração do Natal não é uma questão fútil, de comeres e beberes. É com algum espanto oiço na radio Observador um “especialista” daqueles que, por sua vontade já nos encerrava a todos em casa como em Março (escolas e tudo), a recomendar que a festa este ano seja passada nesses termos. As notícias dão conta que noutros países já se equaciona limitar as celebrações natalícias a um determinado número de indivíduos por (...)
09.Out.20

Repensar o Natal?

João Távora
A pretensão de Graça Freitas, Marcelo e outros fanáticos sanitários de impedir as "bolhas familiares", proibir o convívio dos jovens, e a socialização de adultos saudáveis por um prazo ilimitado, revela uma delirante falta de realismo e, direi mesmo, de humanidade. É uma vez mais a velha e perigosa tentação da reeducação do Ser Humano que só pode dar maus resultados, pois o pessoal é manso mas o pavio acaba. Um país não é um hospital e as cidades não são enfermarias (...)
25.Set.20

O estalinismo higiénico também mata

João Távora
A maior parte das vezes são os casos que nos tocam de perto que nos despertam para determinados problemas que doutro modo nos passavam ao lado. É por isso que, de há uns anos para cá, por causa da minha mãe que sofre de uma grave doença respiratória degenerativa, a gripe sazonal e o receio de uma consequente pneumonia, me atormenta todos os invernos. Necessitada de assistência respiratória 24h por dia, com a sua autonomia física em constante degradação, viu-se ela obrigada a (...)