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João Távora

13.Jul.16

Tristezas não pagam dívidas

João Távora
Diz-se por aí que a vitória portuguesa do Euro 2016 em França vai impulsionar a economia em seiscentos mil euros, ao que parece quase todos gastos em tascas e esplanadas. Contas feitas a festa nem é cara, dá para cerca de um milhão de portugueses beberem ume mini e comerem um pires de tremoços. Quanto a mim era bem melhor que o (...)
29.Jun.16

Nem sempre podemos

João Távora
Seis meses depois, o recuo da extrema-esquerda nas eleições em Espanha é um ténue sinal de esperança nesta Europa crispada e sem norte, em evidentes dificuldades com o ajustamento a uma ordem económica cada vez mais global, que assim se torna pasto das franjas mais demagógicas e populistas. O facto é que nem sempre “podemos”, e a coligação de radicais (...)
10.Jun.16

Dia de Portugal?

João Távora
Despachadas pela fresca as cerimónias militares do Dia de Portugal que ocorrem hoje no Terreiro do Paço, Marcelo Rebelo de Sousa, Eduardo Ferro Rodrigues e António Costa embarcam para Paris, não para irem ao futebol, mas para festejar a efeméride com os emigrantes. Se a comunidade portuguesa em França merece essa consideração, suspeito que todos os portugueses (...)
23.Mai.16

Um artolas e duas geringonças

João Távora
Na verdade o fenómeno António Costa comprovou superar tudo o que se pudesse imaginar há uns anos. Estávamos longe de imaginar que esta figura anafada de manhoso bonacheirão que numa golpada submeteu o Largo do Rato para ser derrotado epicamente nas eleições legislativas de Outubro, chegasse a primeiro-ministro, suportado por comunistas e trotskistas mal resolvidos com a (...)
02.Mai.16

Isto vai acabar mal...

João Távora
António Costa soube sempre ao que vinha quando cavalgando a sua geringonça destronou a coligação vencedora das eleições legislativas de Outubro passado. Acontece que contra todas as previsões e num ambiente de pré-guerra civil, o País fora resgatado pelo governo PSD e CDS da iminente falência protagonizada por uma governação socialista de um (...)
16.Mar.16

Um sorriso de esperança

João Távora
A chegada de Assunção Cristas à liderança do CDS enche de expectativa uma Nação desgastada e desiludida que clama por uma renovação significativa no estilo e no discurso político, e que há muito entendeu não ser possível um “tempo novo” com os problemas e vícios antigos. Assunção Cristas traz para o espectro político um perfil inédito que possui (...)
01.Mar.16

Deus os perdoe

João Távora
A propósito da "conquista enorme da adopção crianças por casais gay", o Bloco de Esquerda engendrou uma paródia de mau gosto com a imagem do Sagrado Coração de Jesus. É perturbador reconhecer que esta estética tem a adesão duma burguesia urbana e niilista (que não sabe que é) profundamente ignorante. No fim como consolo oferecem-lhes a eutanásia. Trata-se (...)
02.Fev.16

Imperdoável

João Távora
Quando o irmão de António Costa, o director do semanário de referência do regime, afirma na sua coluna semanal esperar "que nos esteja a escapar alguma coisa", tal é um terrível sinal quanto aquilo que aparenta ser um jogo de roleta russa do Governo para chantagear Bruxelas. O susto transforma-se em terror quando ouvimos na TV o insuspeito (?) Paulo Trigo Pereira, (...)
25.Jan.16

A grande bizarria

João Távora
Felizes são os ingleses, os espanhóis, os belgas, os suecos, os holandeses, os dinamarqueses, os luxemburgueses ou os noruegueses, que têm a sorte de não terem de aturar periodicamente esta coisa sinistra das "presidenciais". Decididamente, esta berraria em que se envolveram nas últimas semanas umas quantas obscuras figuras do regime e um bem-sucedido comentador televisivo, foi incapaz de unir ou mobilizar os portugueses. O cargo, uma bizarria assente num enorme equívoco, no final de (...)
13.Jan.16

Na crista da onda

João Távora
As 15 alterações na avaliação dos alunos em 16 anos são um indicador preocupante da falta de uma verdadeira estratégia para o ensino em Portugal, que tenha em conta as nossas especificidades históricas e sociológicas.É curioso como, pelo menos desde o 5 de Outubro de 1910, o Portugal revolucionário persegue e importa fanaticamente toda a sorte de modas moderninhas (...)