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João Távora


Sábado, 01.09.18

A Igreja que se reergue

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Um amigo meu agnóstico comentava comigo há dias as recentes manchetes que flagelam a Igreja afirmando que, ao contrário do que se diz, não há hoje uma especial crise de vocações, ela sempre existiu, só que na geração dos nossos pais e avós as motivações para o sacerdócio nem sempre seriam as mais correctas – um modo de vida, ascensão social e académica, etc.

No outro dia, perguntei à minha mãe quem era o padre que aparece numa fotografia a ministrar-me o sacramento do baptismo. Surpreendeu-ma a sua resposta, que não sabia, tanto mais que naquele tempo não era como agora, havia muitos padres mas a maior parte deles (com bastantes e honrosas excepções) eram como que anónimos “funcionários”, figuras cinzentas sem grande carisma ou autoridade. Disse-me que temos sorte nos nossos dias, onde encontramos vocações extraordinárias, homens de rara erudição, grandes exemplos de espiritualidade, modelos de santidade e verdadeiros heróis no serviço. Conheço de perto alguns casos impressionantes.

Isto para dizer que, ainda antes da previsível legalização da pedofilia (o abaixamento da idade de consentimento de que se fala no influente meio LGBT), acredito que as ovelhas negras estão condenadas à erradicação nos seminários.

 

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por João Távora às 13:30

Quinta-feira, 06.08.15

Até breve Padre Ricardo

Padre Ricardo.jpg

De inteligência e argúcia ímpares, um verdadeiro líder, o autêntico pastor da nossa comunidade, o Padre Ricardo que agora parte para o Pai, era uma pessoa de enorme modéstia e simplicidade, qualidades com as quais exercia uma força de conversão ímpar, entre os mais jovens e os mais velhos aqui no Estoril. Deixa muitas saudades e um sentimento de orfandade, este homem de Deus. O que a nossa Igreja perdeu, o Céu ganhou em luminosidade. Deus o tenha em sua infinita Glória.

Post scriptum: Os olhos daqueles milhares de fiéis que esta noite se juntaram  na Igreja da Boa Nova em homenagem e oração pelo Pe. Ricardo Neves confrontaram-me com a mais especial das suas virtudes. Ricardo, no propósito de espalhar a mensagem de esperança de Jesus Cristo, era mestre a desmultiplicar-se inteiro nas relações pessoais (tinha um jeito especial com os mais jovens), com cada pessoa em especial, paroquianos, alunos ou alunas do Colégio da Boa Nova, utentes do Centro de Dia e toda a sorte de gente com quem se cruzava. De todos sabia o nome e uma palavra especial no conhecimento das circunstâncias particulares de cada um - também dos cá de casa. 

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por João Távora às 12:28




Sobre o autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.


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