27.Jan.22
Porque é que eu não abandono o CDS
João Távora
Se a liderança do Francisco Rodrigues dos Santos cometeu erros e falhou a missão impossível de atrair para a sua roda as figuras gradas que desde há quinze anos com a ascensão de Paulo Portas incorporaram o CDS (que desde o congresso de Aveiro lhe deram luta sem quartel, e algumas das quais por quem nutro franca simpatia), estou convicto que o seu maior sucesso foi ter recentrado o discurso do partido na sua matriz democrata-cristã e conservadora, o meu sonho antigo. Quem me conhece (...)