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João Távora

06.Jan.21

Repensar a república em Dia de Reis

João Távora
As eleições presidenciais que terão lugar daqui a poucos dias constituem mais uma oportunidade para os monárquicos dissecarem o nosso sistema semipresidencialista, apontarem as suas fragilidades e contradições e recordarem publicamente outros modelos, vigentes em destinos mais bem-sucedidos que o nosso. O tema também interessa aos simpatizantes realistas que – imbuídos dum cândido pragmatismo - entendem que a sua participação cívica na eleição presidencial é útil numa (...)
04.Dez.20

Já em trânsito nos correios

João Távora
É sempre uma alegria para mim partilhar a capa de um novo número do Correio Real - a ser distribuído nos próximos dias. Desta revista com 36 páginas destacamos, além de uma homenagem ao Arqº Ribeiro Telles, uma entrevista concedida pelo Infante D. Diniz, Duque do Porto. Digno de relevo é o ensaio do Nuno Miguel Guedes intitulado “A suspensão da descrença” sobre o (...)
05.Ago.20

Os monárquicos e a crise espanhola

João Távora
O escândalo à volta do Rei de Espanha constitui uma tragédia, desde logo no que diz respeito à sobrevivência do país vizinho tal como o conhecemos. Independentemente de se vir a provar que João Carlos I praticou actos criminosos (o princípio da presunção de inocência também existe em Espanha), as suas falhas, vindas a lume no final do seu reinado, vêm manchá-lo indelevelmente. Essa mancha cobre injustamente o seu papel corajoso, fundamental e insubstituível para a (...)
28.Mai.20

Agora sobre coisas sérias:

João Távora
Este número do Correio Real a sair em breve foi preparado em tempos adversos, de grande consternação e incerteza por causa da crise sanitária. Neste período, vários foram os eventos da Real Associação de Lisboa adiados por esse imperativo, e por isso decidimos reforçar o empenho editorial. Fomos largamente compensados. Desta revista eu destacaria particularmente a primeira entrevista concedida pela Infanta (...)
09.Jan.20

Da moderação à boa doutrina

João Távora
© Homem Cardoso A radicalização do debate e a polarização que se vem verificando na vida política em Portugal, se bem que de forma menos acentuada que noutros países europeus, remete-nos para aquelas que são das mais importantes características de um Príncipe na contemporaneidade, e que os monárquicos deveriam acalentar: a sua independência e imparcialidade. Como escrevia Francisco de Sousa Tavares no seu ensaio “Combate Desigual” de 1960, “(…) Nas grandes crises (...)
06.Dez.19

Actualidade e imperativo da Casa Real Portuguesa

João Távora
© Homem Cardoso Concedamos que «a questão do regime» (República vs Monarquia) se encontra fora da agenda política – aliás, como boa parte de assuntos de relevância para o futuro do país. Importa admitir, de facto, que o regime semipresidencialista vigente — uma relativa extravagância constitucional lusa, se comparado com o das mais estáveis democracias liberais —, apesar dos gigantescos números da abstenção eleitoral, e talvez por causa desse desinteresse, mostra uma (...)
22.Nov.19

Correio Real

João Távora
Aqui está a capa do Nº 20 do Correio Real, o boletim produzido pela Real Associação de Lisboa para a Causa Real, no seu 10º aniversário de existência que com orgulho celebramos nesta edição.  O primeiro sinal de capitulação no combate cultural que travamos contra o progressismo que assola e corrói as fundações da nossa pátria é a renúncia ao ideal monárquico, à legitimidade (...)
23.Mai.19

No prelo

João Távora
A fazer 10 anos no próximo mês de Outubro, está pronto para ir para a gráfica mais um número do Correio Real, e não posso esconder a emoção que vivo sempre que isto acontece - já lá vão 19 edições. Estabelecido o plano editorial há já algum tempo, foram as últimas 4 semanas as mais agitadas, a trabalhar com a Madalena Gagliardini Graça na paginação e grafismo, com o Nuno De Albuquerque (...)
21.Mai.19

Fazer das tripas coração

João Távora
Não tenhamos dúvidas de que a melhor resposta à perturbadora conjuntura que vivemos é a da participação cívica. Assumindo-me como um democrata céptico à maneira do pensador e historiador Alexis de Tocqueville (1805 — 1859), cujo avô foi guilhotinado na torrente sanguinária da revolução francesa a que os seus pais escaparam por pouco graças à queda de Robespierre, estou convicto de que o melhor antídoto contra as demandas populistas e revolucionárias é uma sociedade (...)