Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

João Távora

25.Dez.18

Paz na terra aos homens de boa vontade

João Távora
Curioso é como por estes dias se ouve demasiada gente preocupada com a exibição de muita hipocrisia e incoerência. As festas familiares às vezes forçadas induzem essa percepção. Pela minha parte não vejo as coisas assim: sendo os maus sentimentos e vulnerabilidades inevitáveis no relacionamento interpessoal por via da complexidade humana (que é nossa riqueza, também) julgo que a festa do Natal justifica que as pessoas contrariem gestos e atitudes que reflitam esses (...)
23.Dez.17

É urgente o Natal

João Távora
 (…) «Não temais, porque vos anuncio uma grande alegria para todo o povo: nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador, que é Cristo Senhor. Isto vos servirá de sinal: encontrareis um Menino recém-nascido, envolto em panos e deitado numa manjedoura». Imediatamente juntou-se ao Anjo uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus, dizendo: «Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados».   Quem já viveu directa ou indirectamente o nascimento de (...)
24.Dez.09

O melhor presente

João Távora
Gerrit Van Honthorst – Adoração dos Pastores (1622)   Há por aí um discurso simplista em que se confunde consumismo e opulência com a benigna tradição do "presente de Natal". Nesta quadra é importante evidenciar a nobreza que possui a materialização do nosso amor num objecto, um “presente” que, independentemente do seu valor material, nos tornará presentes no coração do (...)
25.Dez.08

Feliz Natal!

João Távora
  Naqueles dias, saiu um decreto de César Augusto, para ser recenseada toda a terra. Este primeiro recenseamento efectuou-se quando Quirino era governador da Síria. Todos se foram recensear, cada um à sua cidade. José subiu também da Galileia, da cidade de Nazaré, à Judeia, à cidade de David, chamada Belém, por ser da casa e da descendência de David, a fim de se recensear com Maria, sua esposa, que (...)
23.Dez.08

Memórias do Natal

João Távora
    Um misto de ingénuo espanto e ansiedade define a comoção com que eu na minha infância vivia a festa de Natal. Tudo começava na véspera, noite dentro, quando nós os cinco manos, lá íamos com os nossos pais, todos ao monte no velho carocha bege, bem agasalhados e aperaltados, para a missa do Galo. Ainda pequeno, era um sentimento muito especial o de entrar acordado no mistério da noite profunda e (...)
23.Dez.08

Ler os outros

João Távora
Recebi por e mail este admiravel texto de Mendo Castro Henriques que passo a transcrever:   Feliz Natal   Cada um terá o seu motivo para celebrar o Natal, seja cristão ou não. E também é verdade que esse motivo muitas vezes se reduz a um sentimento de simpatia e se traduz em breves tréguas nos conflitos pessoais e sociais, simbolizadas pela troca de votos (...)
22.Dez.08

Uma ida ao Circo

João Távora
Um programa familiar que concilie os gostos da miudagem lá em casa é um objectivo cada vez mais ambicioso e difícil: com quatro infantes, dois dos quais em avançado estado de adolescência e os outros dois com idades entre os sete anos e os vinte meses de idade (!) é sempre necessária imaginação e alguma “capacidade de liderança”. Assim sendo, ontem à tarde a família Pipocas foi toda ao Circo. 
22.Dez.08

Bispo "dois ponto zero"

João Távora
 D. Manuel Clemente, Bispo do Porto disponibiliza mensagem de Natal pelo YouTube. Para o Bispo do Porto, a resposta que os cristãos podem dar está no exemplo do presépio de Belém, com "actos pequenos", como o próprio menino Jesus em que Deus se transformou (P (...)
19.Dez.08

A dietética jacobina

João Távora
Folheando um dos jornais do passado fim-de-semana surpreendi-me com uma página inteira de conselhos dietéticos para o Natal que se aproxima. A articulista sugeria aos comensais, aparentemente sem pretensões a fazer rir,  uma racional atitude de frugalidade, e algumas receitas de doces tradicionais alternativos: cozidos em vez de fritos,  pouco açúcar, menos gorduras, hidratos e muitas saladas. Por fim, (...)
11.Dez.08

O erro fatal

João Távora
Sintomático e caricatural aquele anúncio natalício a telemóveis, em que um expansivo jovem ensaia uma conversa com a sua avó, alertando-a para o equivoco que é um par de meias como presente de Natal. O adolescente numa animada pantomima declara à imaginária velhota que não precisa de meias, antes prefere... o “topo de gama” da Nokia, com o qual ficará mais feliz. Esse é o erro fatal. De (...)