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João Távora

26.Abr.16

Sobre o sentido humano e cristão da sexualidade

João Távora
Quando em 1970, em plena revolução sexual o Padre Henri Caffarel, fundador das Equipas de Casais de Nossa Senhora (um movimento católico de espiritualidade e catequese conjugal) planeava uma audiência no Vaticano e propôs ao Papa Paulo VI um discurso sobre “o sentido humano e cristão da sexualidade”, para o qual concebera com o seu grupo de casais um documento de mais de trinta páginas, a resposta obtida de Sua Santidade foi de que “não poderia aceder ao seu desejo por não (...)
18.Mai.09

Sobre distribuição de preservativos nas escolas

João Távora
Com a cumplicidade entre sindicatos dos professores e os sucessivos governos da III república, o ensino público degradou-se a tal ponto que hoje pouco mais é do que um mito. A sua rede de escolas tornou-se num gigantesco depósito de jovens ociosos e um asilo de marginais, em que o saber e a formação do carácter são disciplinas acessórias. Neste contexto, entende-se perfeitamente o esmero (...)
13.Mai.09

A grande tara

João Távora
Para lá da alucinada discussão no parlamento (45 minutos!) sobre a denominação "sexo" ou "género", espero que tenha sido aprovada a proposta de alteração apresentada pelo PSD sobre a não da obrigatoriedade de frequência das aulas educação sexual mediante requerimento  do encarregado de educação. No Público.
18.Mar.09

A questão do preservativo

João Távora
Qualquer dia sou preso ou fazem-me uma espera mas eu não me importo: na adolescentocracia em que vivemos, compreende-se que a mensagem do Papa menosprezando a eficácia do preservativo como remição do flagelo da sida seja a priori rejeitada. Mas talvez um pouco de boa fé e uma pequena parte da nossa consciência nos ajudem a chegar lá: a questão da sida só será verdadeiramente mitigada e debelada através de uma adequada educação sexual, por via da difusão de exigentes valores (...)
26.Fev.09

No Carnaval ninguém leva a mal, mas convém não abusar!

João Távora
  A paupérrima tradição carnavalesca nacional - meia dúzia de desfiles pindéricos e umas quantas criancinhas envergonhadas a fingir de personagens da TV e da cassete pirata - foi este ano abrilhantada pelo ministério público em Torres Vedras e pela PSP em Braga, duas impolutas instituições da republica com jeito para a paródia.  E quem não podia faltar à festa era a impagável (...)