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João Távora

Uma errata e um pedido de desculpas

No livro “Casa de Abrantes, crónicas de resistência”, no capítulo dedicado a Luiz de Lancastre e Távora, meu Pai, menciono erradamente o seu tio José Frederico Ulrich, como interveniente numa discórdia por causa de umas espingardas herdadas, que teria levado ao despedimento da CIDLA do meu Pai. Acontece que essa história que me foi contada por alguém que reputo de insuspeito se revelou um falso testemunho. Daí que me penitencio por inadvertidamente a ter transmitido sem uma verificação com os seus descendentes. De facto, José Frederico Ulrich nunca trabalhou na CIDLA.

Com o relato desta “história” apenas pretendia uma ilustração do lendário feitio intempestivo que o meu Pai sempre ostentava, jamais pressupondo algum juízo menos abonatório a respeito do seu interlocutor na questão.

Fica assim reposta a verdade dos factos. Aos meus primos descendentes de José Frederico Ulrich reitero o meu pedido de desculpas.

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